Quando uma pessoa se sente prejudicada pelo ato de outra, uma das formas de ser compensada é por uma indenização financeira, conseguida através do Poder Judiciário. Indenizar quer dizer reparar.
Têm certas coisas que dificilmente vão ser reparadas pelo dinheiro, principalmente quando dizem respeito à esfera moral.
Todo mundo já ouviu falar do bullying, que apesar de ser um fenômeno antigo e permear todos os tipos de relações sociais, parece algo moderno e que se restringe à relação entre alunos de uma escola.
Bullying é um termo usado para descrever a vitimização de uma pessoa por outra, com o intuito de demonstrar seu poder. Pode variar de ofensas verbais até atos físicos violentos.
A vítima geralmente tem características pessoais mais frágeis como, por exemplo, ser tímido ou apresentar algum aspecto físico marcante.
Em Belo Horizonte, um jovem foi condenado a pagar a uma antiga colega de classe o montante de R$ 8 mil por ter, segundo dizem, praticado o bullying.
Há dois anos, colocou-lhe apelidos e fez insinuações maldosas. O juiz considerou que para tudo há um limite. Para os pais do rapaz, suas atitudes não passaram de brincadeira.
A garota também não interpretou assim e recorreu à escola, que disse ter tomado atitudes para mudar o comportamento do aluno, como transferi-lo de sala e repreendê-lo. Porém, as ofensas continuaram, sendo necessária a interferência da Justiça.
Um ato agressivo realmente não pode passar desapercebido. Não acredito que a indenização vá cicatrizar a ferida de um ou transformar a conduta do outro. Apenas servirá para que o sofrimento da garota seja vingado e o comportamento do rapaz punido (a punição será para seus pais).
Mudança efetiva
Esse tipo de violência tem acontecido muito em ambiente escolar. Há versões modernas como o cyberbullying, que são agressões via internet ou celular. Reprimi-lo, como a escola e a Justiça tentaram fazer, terá pouca chance de provocar uma transformação. Na verdade, a repressão impede uma mudança efetiva.
Apesar desses atos serem frequentes, pouco espaço tem existido nas escolas para reflexão, havendo apenas ações repressivas quando eles vêm à tona. Ora, o ser humano tem um lado agressivo e negá-lo ou colocá-lo no fundo de um poço não impedirá sua manifestação. Pelo contrário, poderá dar-lhe forças.
As ações escolares para combater o bullying devem ser no sentido de preveni-lo, onde mais que seguir uma conduta, o aluno possa dar sentido à ela, considerando a si e ao outro parte do mundo. Quando algo é questionado e pensado, propicia a tomada de consciência de sua dimensão e importância. O outro poderá ser visto como alguém que também tem sentimentos.
Um trabalho nesse sentido deve fazer parte do dia a dia de uma escola e envolver a família dos alunos. Muito do que somos e como nos expressamos tem sua origem lá. É necessário que ambos ajudem os jovens a se construir como pessoas, não só no que aprendem, mas como agem.
Provavelmente a indenização não servirá de reparação para nada no caso do acontecimento mineiro. Porém, não deixa de ter a função de consolo para a vítima e sua família. Para outros possíveis casos, vale a pena investir na prevenção.
(Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)
Fonte: http://tecciencia.ufba.br/tayxiinha/Noticias/vale-a-pena-investir-em-prevencao-para-evitar-o-bullying.-reportagem-do-portal-de-noticias-da-globo-g1
COMENTÁRIO:
Bullyng é um tema que vem sido bastante discutido entre as pessoas, o que na minha opinião é nada mais do que o racismo-ativo( preconceito a fluor da pele), enfim é uma atitude para fracos, ultilizar de alguma característica mais marcante para fazer disso uma piada, ou tipo de brincadeira sem graça, pode marcar a vida daquele que sofre o bullyng, causando dessa forma um trauma entre pessoas que não fizeram nada pra para sofrer esse tipo de preconceito.
Ingrid, n ° 17
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Aborto e caso Erenice dominam fala de Dilma no JN.
Dos dez minutos reservados para a entrevista com a presidenciável pelo PT, Dilma Rousseff no Jornal Nacional, da Rede Globo, ontem, pouco mais da metade foi voltada para a questão do aborto. Outro tema abordado com afinco foi o escândalo envolvendo a ex-braço-direito da petista na Casa Civil, Erenice Guerra. Mas antes de entrar nas polêmicas, Dilma agradeceu os 47 milhões de votos e enfatizou que foi a segunda mulher mais votada do planeta, perdendo apenas para Indira Gandhi, primeira-ministra da Índia, que morreu em 31 de outubro de 1984.
A presidenciável pontuou, sem quase nenhuma interrupção por parte dos apresentadores, não existir contradição entre sua postura pessoal e de futura presidente. Ela disse ser contra o aborto e que as mulheres só recorrem a ele em "situações limites" e que não deve ser considerado caso de polícia, mas de Saúde Pública. "Não concordo com mudança da legislação que prevê aborto em casos de estupro e risco de vida das mulheres. Um plebiscito seria muito ruim, pois não levaria a consenso, mas dividiria o País. Fiz carta a religiosos dizendo que a legislação pode ser mantida."
Quando o rumo da entrevista mudou para a ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra Dilma adotou tom mais contundente, inclusive aproveitando para criticar o concorrente direto José Serra (PSDB). "Há diferença entre nós e meu adversário, que tem acusação gravíssima sendo investigada pela Polícia Federal. Paulo Vieira de Souza (o Paulo Preto) cuidava, na função de diretor (da Dersa), das principais obras do governo do Estado de São Paulo (ele foi exonerado do cargo quando Alberto Goldman assumiu o governo. Teria desviado R$ 4 milhões supostamente destinados ao caixa 2 da campanha tucana). Não houve nenhuma investigação ou processo. Há diferença entre quem investiga e pune e quem acoberta e não pune", ironizou.
Dilma havia argumentado momentos antes que o governo não tem controle total sobre o que acontece, mas o que pode ser feito é investigar, descobrir "malfeito" e punir envolvidos. A petista disse que casos como o de nepostimo ou tráfico de influência podem acontecer, mas frisou mais uma vez que é fundamental haver punição. "A polícia está investigando, 16 pessoas da Casa Civil já depuseram para saber se houve tráfico de influência. Ao que se refere à nomeação de parentes, quem estavam, e grande maioria não estava no governo, foi demitida."
Questionada sobre o apoio do deputado federal Ciro Gomes (PSB) - que teve de desistir da candidatura à Presidência por conta de acordo entre o partido e o PT - no segundo turno, compondo a equipe de coordenação de sua campanha, Dilma respondeu que sempre manteve boa relação pessoal com o deputado. "Ele nos procurou e eu o convidei para almoçar ou jantar em minha casa. Conheço o temperamento do deputado Ciro e entendi que naquele momento ele estava magoado por não ter saído candidato e por isso não me apoiou."
Contudo, Dilma salientou que a mudança de atitude de Ciro se deu por conta do apoio de seu irmão, Cid Gomes, governador reeleito do Ceará, que também ficou ao lado da presidenciável.
fonte:
http://www.dgabc.com.br/News/5835625/aborto-e-caso-erenice-dominam-fala-de-dilma-no-jn.aspx
COMENTÁRIO:
Muita gente critica o aborto,
e esse assunto vem sendo discutido
na disputa presidencialista
O que na minha opinião não é assunto pra ser
discutido, pois afinal de contas, não é o presidente
que toma esses tipos de decissões
Mas o fato é o seguinte, obviamente
o bebê não tem nada, a ver com os problemas externos
e afinal de contas aborto é nada mais nada menos do que matar
um alguém que não tem noção de tempo cor ou religião
Mas ai vai uma reflexão...
No Brasil o aborto não é permitido
mas enquanto ricos tiram as crianças de seu ventre
em suas clínicas de luxo
o pobre da seus pulos seja com agulhas de trico ou talo de mamona.
O ABORTO NO BRASIL EXISTE
Brenda, n°4
A presidenciável pontuou, sem quase nenhuma interrupção por parte dos apresentadores, não existir contradição entre sua postura pessoal e de futura presidente. Ela disse ser contra o aborto e que as mulheres só recorrem a ele em "situações limites" e que não deve ser considerado caso de polícia, mas de Saúde Pública. "Não concordo com mudança da legislação que prevê aborto em casos de estupro e risco de vida das mulheres. Um plebiscito seria muito ruim, pois não levaria a consenso, mas dividiria o País. Fiz carta a religiosos dizendo que a legislação pode ser mantida."
Quando o rumo da entrevista mudou para a ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra Dilma adotou tom mais contundente, inclusive aproveitando para criticar o concorrente direto José Serra (PSDB). "Há diferença entre nós e meu adversário, que tem acusação gravíssima sendo investigada pela Polícia Federal. Paulo Vieira de Souza (o Paulo Preto) cuidava, na função de diretor (da Dersa), das principais obras do governo do Estado de São Paulo (ele foi exonerado do cargo quando Alberto Goldman assumiu o governo. Teria desviado R$ 4 milhões supostamente destinados ao caixa 2 da campanha tucana). Não houve nenhuma investigação ou processo. Há diferença entre quem investiga e pune e quem acoberta e não pune", ironizou.
Dilma havia argumentado momentos antes que o governo não tem controle total sobre o que acontece, mas o que pode ser feito é investigar, descobrir "malfeito" e punir envolvidos. A petista disse que casos como o de nepostimo ou tráfico de influência podem acontecer, mas frisou mais uma vez que é fundamental haver punição. "A polícia está investigando, 16 pessoas da Casa Civil já depuseram para saber se houve tráfico de influência. Ao que se refere à nomeação de parentes, quem estavam, e grande maioria não estava no governo, foi demitida."
Questionada sobre o apoio do deputado federal Ciro Gomes (PSB) - que teve de desistir da candidatura à Presidência por conta de acordo entre o partido e o PT - no segundo turno, compondo a equipe de coordenação de sua campanha, Dilma respondeu que sempre manteve boa relação pessoal com o deputado. "Ele nos procurou e eu o convidei para almoçar ou jantar em minha casa. Conheço o temperamento do deputado Ciro e entendi que naquele momento ele estava magoado por não ter saído candidato e por isso não me apoiou."
Contudo, Dilma salientou que a mudança de atitude de Ciro se deu por conta do apoio de seu irmão, Cid Gomes, governador reeleito do Ceará, que também ficou ao lado da presidenciável.
fonte:
http://www.dgabc.com.br/News/5835625/aborto-e-caso-erenice-dominam-fala-de-dilma-no-jn.aspx
COMENTÁRIO:
Muita gente critica o aborto,
e esse assunto vem sendo discutido
na disputa presidencialista
O que na minha opinião não é assunto pra ser
discutido, pois afinal de contas, não é o presidente
que toma esses tipos de decissões
Mas o fato é o seguinte, obviamente
o bebê não tem nada, a ver com os problemas externos
e afinal de contas aborto é nada mais nada menos do que matar
um alguém que não tem noção de tempo cor ou religião
Mas ai vai uma reflexão...
No Brasil o aborto não é permitido
mas enquanto ricos tiram as crianças de seu ventre
em suas clínicas de luxo
o pobre da seus pulos seja com agulhas de trico ou talo de mamona.
O ABORTO NO BRASIL EXISTE
Brenda, n°4
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
A CARA DA VERDADE
Reportagem da Folha de S.Paulo (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal) mostra que um em cada cinco jovens entre 18 e 29 anos e que vivem em cidades abandonou a escola antes de completar o ensino fundamental.
Segundo trabalho feito pela Secretaria Geral da Presidência da República com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE, dos 34 milhões jovens urbanos do país, 7,4 milhões tiveram de um a sete anos de estudo --período insuficiente para concluir o ciclo-- e 813,2 mil são analfabetos.
No topo da lista de exclusão estão cinco Estados do Nordeste. O líder é Alagoas, com 46% dos jovens em uma dessas duas situações. Na outra ponta do ranking está São Paulo, com 15% de exclusão.
"Há 20 anos, quando muitos desses jovens estavam em idade escolar, o sistema de ensino apresentava uma cobertura menor e uma exclusão maior", declara o professor Fernando Tavares Jr., da Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. "Por outro lado [há 20 anos], a reprovação e a evasão eram bem maiores. Os dois fatores conjugados produziram uma exclusão educacional maior nessa geração", completa.
Um quadro geral sobre a péssima situação da educação nacional pôde ser visto em dezembro, com os resultados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico). Entre 57 nações avaliadas, os alunos brasileiros obtiveram a 53ª posição em matemática, a 52ª em ciências e a 48ª em leitura.
No meu ponto de vista essa reportagem retrata bem a situação da educação no Brasil, ela é simples porém bem objetiva, deixa evidente em dados como o descaso com a educação afeta diretamente pessoas que deveriam ser as mais beneficiadas com esse direito, por mais que lutemos contra a discriminação ela se faz presente no cotidiano de forma imperceptivel pois já nos acostumamos com tamanha hipocrisia, programas de melhorias educacionais citados nas propagandas políticas não passam da teoria deixando que e a exclusão se tornasse a base desse problema. Deve-se ver a educação no nosso país de varios ângulos e perceber a grande vergonha que o nossa nação sofre perante outros paises por culpa de irresponsaveis que não veem a juvnetude como o futuro.
reportagem retirada da folha online
Jaines nº19
Segundo trabalho feito pela Secretaria Geral da Presidência da República com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE, dos 34 milhões jovens urbanos do país, 7,4 milhões tiveram de um a sete anos de estudo --período insuficiente para concluir o ciclo-- e 813,2 mil são analfabetos.
No topo da lista de exclusão estão cinco Estados do Nordeste. O líder é Alagoas, com 46% dos jovens em uma dessas duas situações. Na outra ponta do ranking está São Paulo, com 15% de exclusão.
"Há 20 anos, quando muitos desses jovens estavam em idade escolar, o sistema de ensino apresentava uma cobertura menor e uma exclusão maior", declara o professor Fernando Tavares Jr., da Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. "Por outro lado [há 20 anos], a reprovação e a evasão eram bem maiores. Os dois fatores conjugados produziram uma exclusão educacional maior nessa geração", completa.
Um quadro geral sobre a péssima situação da educação nacional pôde ser visto em dezembro, com os resultados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico). Entre 57 nações avaliadas, os alunos brasileiros obtiveram a 53ª posição em matemática, a 52ª em ciências e a 48ª em leitura.
No meu ponto de vista essa reportagem retrata bem a situação da educação no Brasil, ela é simples porém bem objetiva, deixa evidente em dados como o descaso com a educação afeta diretamente pessoas que deveriam ser as mais beneficiadas com esse direito, por mais que lutemos contra a discriminação ela se faz presente no cotidiano de forma imperceptivel pois já nos acostumamos com tamanha hipocrisia, programas de melhorias educacionais citados nas propagandas políticas não passam da teoria deixando que e a exclusão se tornasse a base desse problema. Deve-se ver a educação no nosso país de varios ângulos e perceber a grande vergonha que o nossa nação sofre perante outros paises por culpa de irresponsaveis que não veem a juvnetude como o futuro.
reportagem retirada da folha online
Jaines nº19
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A Educação, o Brasil e a 'Insistência pela Verdade'
Será mesmo que o 'golpe' dado na Educação, desde a 'construção' (esta
é a palavra política mais correta) do Brasil, está dando os frutos que
seus 'idealizadores' previram?
Creio piamente que sim.
Nosso lindo e rico país foi 'construído' para ser o quintal dos
golpistas de todo o planeta. Amplo, belo, estratégico, de natureza
exuberante, distante do centro europeu (pelo menos na época do engodo
do 'descobrimento'), seria o local ideal para toda a sorte de
barbáries. E assim o foi e assim está sendo e assim o será. Sim, será!
Pelo menos, enquanto não for levada a sério a Educação – no sentido de
instrução (e não de bons modos, o que também é importante, mas não é
do que se está falando e, ademais, que o povo brasileiro até já
possui) – em nosso país. Povo inculto, é povo escravo, é povo fácil de
corrupção e de cooptação.
Quando não se conhece a história da humanidade e a história de seu
próprio país, se torna impossível compreender aquilo que acontece no
presente e os motivos pelos quais determinadas situações acontecem
tantas vezes e da mesma forma aqui em nosso amado 'berço esplêndido',
sem que nada aconteça para os causadores e sem que nosso povo se
rebele. Creio que a falta de alimentação, a fome, literalmente, deixa
nosso povo sem ação. E isso, sem dúvida, é previsto nos 'planos
quadrilheiros', pois povo faminto é presa fácil e escola para o crime.
Carmen Pio
Advogada
Porto Alegre/RS
20.07.2008
Fonte: http://www.artigonal.com/cronicas-artigos/a-educacao-o-brasil-e-a-insistencia-pela-verdade-498172.html
COMENTÁRIO:
Resolvi portar esse texto que por sinal nao esta por completo aqui no blog, mas sim no site, pois quando li me identifiquei bastante com as ideias e com os argumentos nele ultilizado. Já que na verdade estamos em busca de verdade, e estamos exaustos de viver nessa sociedade de mentiras em que somos implantados.
Ter uma boa educação vem de um processo de vidas, experiências e passados de cada um de nós e de nossos pais e dos passado deles tambem, corrigir um erro com outro, nunca é a melhor opção.
Ingrid, N°17 3°D
é a palavra política mais correta) do Brasil, está dando os frutos que
seus 'idealizadores' previram?
Creio piamente que sim.
Nosso lindo e rico país foi 'construído' para ser o quintal dos
golpistas de todo o planeta. Amplo, belo, estratégico, de natureza
exuberante, distante do centro europeu (pelo menos na época do engodo
do 'descobrimento'), seria o local ideal para toda a sorte de
barbáries. E assim o foi e assim está sendo e assim o será. Sim, será!
Pelo menos, enquanto não for levada a sério a Educação – no sentido de
instrução (e não de bons modos, o que também é importante, mas não é
do que se está falando e, ademais, que o povo brasileiro até já
possui) – em nosso país. Povo inculto, é povo escravo, é povo fácil de
corrupção e de cooptação.
Quando não se conhece a história da humanidade e a história de seu
próprio país, se torna impossível compreender aquilo que acontece no
presente e os motivos pelos quais determinadas situações acontecem
tantas vezes e da mesma forma aqui em nosso amado 'berço esplêndido',
sem que nada aconteça para os causadores e sem que nosso povo se
rebele. Creio que a falta de alimentação, a fome, literalmente, deixa
nosso povo sem ação. E isso, sem dúvida, é previsto nos 'planos
quadrilheiros', pois povo faminto é presa fácil e escola para o crime.
Carmen Pio
Advogada
Porto Alegre/RS
20.07.2008
Fonte: http://www.artigonal.com/cronicas-artigos/a-educacao-o-brasil-e-a-insistencia-pela-verdade-498172.html
COMENTÁRIO:
Resolvi portar esse texto que por sinal nao esta por completo aqui no blog, mas sim no site, pois quando li me identifiquei bastante com as ideias e com os argumentos nele ultilizado. Já que na verdade estamos em busca de verdade, e estamos exaustos de viver nessa sociedade de mentiras em que somos implantados.
Ter uma boa educação vem de um processo de vidas, experiências e passados de cada um de nós e de nossos pais e dos passado deles tambem, corrigir um erro com outro, nunca é a melhor opção.
Ingrid, N°17 3°D
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Progresso lento
A educação no Brasil
O Brasil assim como outros paises vem evoluindo em varios aspectos mas ainda com alguns problemas a serem resolvidos, a educação no Brasil é um desses aspectos sendo destaques em pesquisas e fazendo parte dos relatórios da UNESCO, porém nem tudo são flores, os indíces de desenvolvimeto estão crescendo o analfabetismo diminuindo, mais oportunidades para os jovens estão aparecendo, mas a desugualdade ainda se faz presente e o ensino progride de forma desigual.
Dados comprovam que a grande maioria dos alunos não consegue estudar na série correta para a sua idade, faltam creches para as crianças de 0 a 3 anos, a população mais pobre tem que deixar de estudar para ajudar no sustento da familía, e enfim, mas é bom deixar claro que as escolas existem bons professores também bibliotécas e internet são de facil acesso a todos, ou seja, cada um tem que fazer a sua parte tendo um pouco de empenho e dedicação com os estudos, procurando sempre o apoio da familia que é essencial e buscando caminhos para se alcançar os objetivos. Muitos jovens desistem no meio do caminho pois estão desistimulados, não tem o incentivo da familía ou procuram o caminho masi facil: a marginalidade.
Hoje quase 98% da população do brasil sabe ler e escreve, isto significa que o brasil esta universalizando a educaçaõ básica, mas esta deixando prara tráz os mais necessitados como os moradores das regiões norte e nordeste, e decerta maneira excluindo indíos e negros tratando -os com indiferença esquecendo que a cor ou a raça não influenciam na inteligencia.
É evidente que o progresso é lento e cheio de problemas, mas comparando aos tempos mais antigos a evolução na educação brasielira foi significaativa e acredito que estamos no caminho certo, somente a educação pode minimizar a violência, o ingresso dos jovens no mundo das drogras, e a melhorar a qualidade de vida do nosso país.
Nome: Jaines O. Machado
Nº: 19
Série: 3°D
O Brasil assim como outros paises vem evoluindo em varios aspectos mas ainda com alguns problemas a serem resolvidos, a educação no Brasil é um desses aspectos sendo destaques em pesquisas e fazendo parte dos relatórios da UNESCO, porém nem tudo são flores, os indíces de desenvolvimeto estão crescendo o analfabetismo diminuindo, mais oportunidades para os jovens estão aparecendo, mas a desugualdade ainda se faz presente e o ensino progride de forma desigual.
Dados comprovam que a grande maioria dos alunos não consegue estudar na série correta para a sua idade, faltam creches para as crianças de 0 a 3 anos, a população mais pobre tem que deixar de estudar para ajudar no sustento da familía, e enfim, mas é bom deixar claro que as escolas existem bons professores também bibliotécas e internet são de facil acesso a todos, ou seja, cada um tem que fazer a sua parte tendo um pouco de empenho e dedicação com os estudos, procurando sempre o apoio da familia que é essencial e buscando caminhos para se alcançar os objetivos. Muitos jovens desistem no meio do caminho pois estão desistimulados, não tem o incentivo da familía ou procuram o caminho masi facil: a marginalidade.
Hoje quase 98% da população do brasil sabe ler e escreve, isto significa que o brasil esta universalizando a educaçaõ básica, mas esta deixando prara tráz os mais necessitados como os moradores das regiões norte e nordeste, e decerta maneira excluindo indíos e negros tratando -os com indiferença esquecendo que a cor ou a raça não influenciam na inteligencia.
É evidente que o progresso é lento e cheio de problemas, mas comparando aos tempos mais antigos a evolução na educação brasielira foi significaativa e acredito que estamos no caminho certo, somente a educação pode minimizar a violência, o ingresso dos jovens no mundo das drogras, e a melhorar a qualidade de vida do nosso país.
Nome: Jaines O. Machado
Nº: 19
Série: 3°D
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
O que é política?
Política denomina arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; aplicação desta arte aos negócios internos da nação (política interna) ou aos negócios externos (política externa). Nos regimes democráticos,a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.
A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em cidades-estado chamadas "polis", nome do qual se derivaram palavras como "politiké" (política em geral) e "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos), que estenderam-se ao latim "politicus" e chegaram às línguas européias modernas através do francês "politique" que, em 1265 já era definida nesse idioma como "ciência do governo dos Estados".
O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana.
O livro de Platão traduzido como "A República" é, no original, intitulado "Πολιτεία" (Politeía).
Fonte: Wikipédia
Comentário
Aqui está uma breve definição do que é, ou deveria ser a política. Mas não é isso q estamos vendo nessas eleições do ano de 2010. O horário eleitoral gratuito está realmente uma palhaçada; resumindo, os políticos estão achando que o horário eleitoral virou concurso de piadas. Essa é a nossa política em 2010, infelizmente.
Guilherme Rosa Rocha n°13
A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em cidades-estado chamadas "polis", nome do qual se derivaram palavras como "politiké" (política em geral) e "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos), que estenderam-se ao latim "politicus" e chegaram às línguas européias modernas através do francês "politique" que, em 1265 já era definida nesse idioma como "ciência do governo dos Estados".
O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana.
O livro de Platão traduzido como "A República" é, no original, intitulado "Πολιτεία" (Politeía).
Fonte: Wikipédia
Comentário
Aqui está uma breve definição do que é, ou deveria ser a política. Mas não é isso q estamos vendo nessas eleições do ano de 2010. O horário eleitoral gratuito está realmente uma palhaçada; resumindo, os políticos estão achando que o horário eleitoral virou concurso de piadas. Essa é a nossa política em 2010, infelizmente.
Guilherme Rosa Rocha n°13
Política hoje
Politica Hoje
É incrível o quanto é gasto a cada campanha de um político. O dinheiro “investido” poderia muito bem ser investido verdadeiramente em auxilio para o povo,(SENDO QUE O DINHEIRO É DO POVO) e não para engana-lo prometendo por exemplo um salário de $2.000,00 reais, caso isso ocorra imagine o quanto subiria a inflação??
Isso sem contar nos inúmeros candidatos que estão fazendo da politica uma brincadeira. O que podemos esperar de uma mulher que tem o nome de uma fruta, e uma música de funk como sonoplastia?? E ainda “pior que tá não fica” como podemos eleger um deputado para criar projetos tendo um slogan desse?? E ainda diz para complementar:
-Você sabe o que faz um deputado? Eu também não, mas vote em mim que eu descubro e conto pra vocês.
Será que pior que tá não fica??
E para ajudar temos uma candidata a presidência que defende as matas, sim é importante termos ambientes naturais e atitudes sustentáveis, mas o que seria de nós sem as industrias?? Outro que quer construir casas para tudo mundo, vivemos em um pais em que tudo é possível, só ter força de vontade para querer mudar a procurar algo melhor, e sair do comodismo.
Na minha sincera opinião os candidatos a presidência e outros cargos que estão sendo disputados este ano estão levando na brincadeira, e a grande maioria dos brasileiros estão aplaudindo os absurdos que acontecem.
MURILO MEDEIROS Nº 30 SÉRIE:3ºD
É incrível o quanto é gasto a cada campanha de um político. O dinheiro “investido” poderia muito bem ser investido verdadeiramente em auxilio para o povo,(SENDO QUE O DINHEIRO É DO POVO) e não para engana-lo prometendo por exemplo um salário de $2.000,00 reais, caso isso ocorra imagine o quanto subiria a inflação??
Isso sem contar nos inúmeros candidatos que estão fazendo da politica uma brincadeira. O que podemos esperar de uma mulher que tem o nome de uma fruta, e uma música de funk como sonoplastia?? E ainda “pior que tá não fica” como podemos eleger um deputado para criar projetos tendo um slogan desse?? E ainda diz para complementar:
-Você sabe o que faz um deputado? Eu também não, mas vote em mim que eu descubro e conto pra vocês.
Será que pior que tá não fica??
E para ajudar temos uma candidata a presidência que defende as matas, sim é importante termos ambientes naturais e atitudes sustentáveis, mas o que seria de nós sem as industrias?? Outro que quer construir casas para tudo mundo, vivemos em um pais em que tudo é possível, só ter força de vontade para querer mudar a procurar algo melhor, e sair do comodismo.
Na minha sincera opinião os candidatos a presidência e outros cargos que estão sendo disputados este ano estão levando na brincadeira, e a grande maioria dos brasileiros estão aplaudindo os absurdos que acontecem.
MURILO MEDEIROS Nº 30 SÉRIE:3ºD
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Pesquisa em 22 países aponta brasileiros como segundo povo mais otimista
Pesquisa em 22 países aponta brasileiros como segundo povo mais otimista
Um levantamento realizado por um instituto de pesquisas americano aponta que os brasileiros estão divididos em sua avaliação sobre as condições gerais do país, embora sejam uma das populações mais otimistas entre os 22 países avaliados.
De acordo com a pesquisa, conduzida pelo Pew Research Center, 50% dos brasileiros estão satisfeitos com a situação geral do país, enquanto 49% se disseram insatisfeitos.
Mesmo assim, o Brasil tem a segunda população mais otimista entre os países avaliados, perdendo apenas para a China, onde 87% das pessoas se mostraram satisfeitas.
A economia parece ser um dos maiores motivos para o otimismo da população brasileira.
Segundo o levantamento, 62% dos brasileiros acham que a situação econômica nacional é boa, 75% acreditam que a economia do Brasil vai melhorar e 76% creem que o governo está fazendo um bom trabalho na área.
Preocupações
O levantamento também indica quais são as principais preocupações dos brasileiros.
Segundo o estudo, 85% dos pesquisados apontaram as drogas como um problema muito grave no país.
Em seguida, entre os mais citados como problemas graves, aparece a criminalidade (citada por 83%), os políticos corruptos (79%), a desigualdade social (66%), a poluição (62%), as doenças infecciosas (58%) e os problemas econômicos (53%).
Entre os líderes políticos citados na pesquisa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem a maior aprovação: 78% dos entrevistados dizem ter muita ou alguma confiança nele.
O pior índice é o do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com apenas 13% dos entrevistados afirmando terem alguma confiança nele.
Já o presidente americano, Barack Obama, tem a confiança de 56% dos brasileiros.
Brasil como potência
Segundo o Pew Research Center, 84% da população acha que Lula tem uma influência positiva sobre a situação atual do Brasil.
Já 53% dos brasileiros entrevistados acreditam que o país se tornará uma potência global um dia.
Entre os brasileiros entrevistados, 62% têm uma opinião favorável sobre os Estados Unidos, contra 29% cuja opinião é desfavorável.
Já a China é vista com bons olhos por 52% dos brasileiros, contra 34% que têm uma visão negativa do país.
Quanto ao programa nuclear do Irã, 65% dos brasileiros se mostram favoráveis a sanções mais fortes contra o governo de Mahmoud Ahmadinejad, enquanto 54% aprovam uma intervenção militar no país.
http://oglobo.globo.com/
Comentário:
Nós brasileiros, temos de ser otimistas, pois vivemos não em um país
Mas sim, num circo, onde os palhaços somos nós e o governo é a explendorosa platéia
Que fazem de nós tolos e ingênuos.
Onde esta os dizeres de nossa bandeira?
ONDEM E PROGRESSO
nesse atual país qualquer um pode se eleger para o
que quer que seja
Seja ele um palhaço seja ele uma fruta
é sim você não acredita que aqui nessa utopia possa existir tal façanha?
Então tire suas dúvidas e venha conferir de perto, para que não haja erros
O endereço é o seguinte:América do Sul Mais própriamente Brasil
Brasília
Câmara dos deputados
Plenário
entre outros.Não deixe de se deleitar nesse lindo paraíso tropical e aproveite a nossa estadia.
Só para lembrar divirtam-se aqui você ira dar muitas risadas.
Brenda , n°4
Um levantamento realizado por um instituto de pesquisas americano aponta que os brasileiros estão divididos em sua avaliação sobre as condições gerais do país, embora sejam uma das populações mais otimistas entre os 22 países avaliados.
De acordo com a pesquisa, conduzida pelo Pew Research Center, 50% dos brasileiros estão satisfeitos com a situação geral do país, enquanto 49% se disseram insatisfeitos.
Mesmo assim, o Brasil tem a segunda população mais otimista entre os países avaliados, perdendo apenas para a China, onde 87% das pessoas se mostraram satisfeitas.
A economia parece ser um dos maiores motivos para o otimismo da população brasileira.
Segundo o levantamento, 62% dos brasileiros acham que a situação econômica nacional é boa, 75% acreditam que a economia do Brasil vai melhorar e 76% creem que o governo está fazendo um bom trabalho na área.
Preocupações
O levantamento também indica quais são as principais preocupações dos brasileiros.
Segundo o estudo, 85% dos pesquisados apontaram as drogas como um problema muito grave no país.
Em seguida, entre os mais citados como problemas graves, aparece a criminalidade (citada por 83%), os políticos corruptos (79%), a desigualdade social (66%), a poluição (62%), as doenças infecciosas (58%) e os problemas econômicos (53%).
Entre os líderes políticos citados na pesquisa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem a maior aprovação: 78% dos entrevistados dizem ter muita ou alguma confiança nele.
O pior índice é o do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com apenas 13% dos entrevistados afirmando terem alguma confiança nele.
Já o presidente americano, Barack Obama, tem a confiança de 56% dos brasileiros.
Brasil como potência
Segundo o Pew Research Center, 84% da população acha que Lula tem uma influência positiva sobre a situação atual do Brasil.
Já 53% dos brasileiros entrevistados acreditam que o país se tornará uma potência global um dia.
Entre os brasileiros entrevistados, 62% têm uma opinião favorável sobre os Estados Unidos, contra 29% cuja opinião é desfavorável.
Já a China é vista com bons olhos por 52% dos brasileiros, contra 34% que têm uma visão negativa do país.
Quanto ao programa nuclear do Irã, 65% dos brasileiros se mostram favoráveis a sanções mais fortes contra o governo de Mahmoud Ahmadinejad, enquanto 54% aprovam uma intervenção militar no país.
http://oglobo.globo.com/
Comentário:
Nós brasileiros, temos de ser otimistas, pois vivemos não em um país
Mas sim, num circo, onde os palhaços somos nós e o governo é a explendorosa platéia
Que fazem de nós tolos e ingênuos.
Onde esta os dizeres de nossa bandeira?
ONDEM E PROGRESSO
nesse atual país qualquer um pode se eleger para o
que quer que seja
Seja ele um palhaço seja ele uma fruta
é sim você não acredita que aqui nessa utopia possa existir tal façanha?
Então tire suas dúvidas e venha conferir de perto, para que não haja erros
O endereço é o seguinte:América do Sul Mais própriamente Brasil
Brasília
Câmara dos deputados
Plenário
entre outros.Não deixe de se deleitar nesse lindo paraíso tropical e aproveite a nossa estadia.
Só para lembrar divirtam-se aqui você ira dar muitas risadas.
Brenda , n°4
Os 9 piores slogans da política brasileira.
Postado por Fernando Borges
9º lugar - Guilherme Bouças, com o slogan:
"Chega de malas, vote em Bouças."
8º lugar - Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia (SP).
"Lingüiça Neles!"
7º lugar - Em Descalvado (AL), tem um candidata chamada Dinha cujo slogan é:
"Tudo Pela Dinha."
6º lugar - Em Carmo do Rio Claro, tem um candidato chamado Gê.
"Não vote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê."
5º lugar - Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé.
"Não vote sentado, vote em Pé."
4º lugar - E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu.
"Aquele que dá o que promete."
3º lugar - A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela de show de sexo explícito. Slogan:
"Vote com prazer!"
2º lugar - Candidato a prefeito de Aracati (CE):
"Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição."
1º lugar - Em Mogi das Cruzes (SP), tem um candidato chamado Defunto:
"Vote em Defunto, porque político bom é político morto!"
http://www.agoravai.org/2009/05/os-9-piores-slogans-da-politica.html
Comentário:
Levar a política na brincadeira é ser ignorante ao ponto de não saber que está enganando a sí próprio, e dificultando a vida de muitas pessoas, e nesse ano as coisas estão sendo levadas na brincadeira de forma grandioza, política não é mais vista como algo que se deve respeito, a todos aqueles que administrão o nosso país, mas como algo de gozação, e isso se deve ao fato de que "eles" os que tem em mão o nosso país brinca com a vida do povo, como se nada fossemos.
Ingrid, n°17
9º lugar - Guilherme Bouças, com o slogan:
"Chega de malas, vote em Bouças."
8º lugar - Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia (SP).
"Lingüiça Neles!"
7º lugar - Em Descalvado (AL), tem um candidata chamada Dinha cujo slogan é:
"Tudo Pela Dinha."
6º lugar - Em Carmo do Rio Claro, tem um candidato chamado Gê.
"Não vote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê."
5º lugar - Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé.
"Não vote sentado, vote em Pé."
4º lugar - E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu.
"Aquele que dá o que promete."
3º lugar - A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela de show de sexo explícito. Slogan:
"Vote com prazer!"
2º lugar - Candidato a prefeito de Aracati (CE):
"Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição."
1º lugar - Em Mogi das Cruzes (SP), tem um candidato chamado Defunto:
"Vote em Defunto, porque político bom é político morto!"
http://www.agoravai.org/2009/05/os-9-piores-slogans-da-politica.html
Comentário:
Levar a política na brincadeira é ser ignorante ao ponto de não saber que está enganando a sí próprio, e dificultando a vida de muitas pessoas, e nesse ano as coisas estão sendo levadas na brincadeira de forma grandioza, política não é mais vista como algo que se deve respeito, a todos aqueles que administrão o nosso país, mas como algo de gozação, e isso se deve ao fato de que "eles" os que tem em mão o nosso país brinca com a vida do povo, como se nada fossemos.
Ingrid, n°17
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Palhaçada.
Reportagem do Jornal MetroNews diz: Tiririca pode chegar a 1 milhão de votos.
Já estamos acostumados a ver na televisão em época de eléição o melhor programa de humor do Brasil, ou melhor, o Horário político, onde tudo o que você imagina e não imagina aperecem dizendo as bobagens mais absurdas que existem.
Algumas pessoas não sabem que os partidos colocam essas pessoas para chamar a tenção do publico e ganhar votos para o partido, mas isso não quer dizer que eles não vão tirar uma casquinha do dinheiro.
Me espantou tamanha da população se lógico essa estatistica estiver correta por mais que o voto vá para o partido e por mais que a população ache a política brasileira uma palhaçada, eu que nunca votei não tenho coragem de eleger uma pessoa que diz que não sabe o que um deputado faz mas se ele ganhar vai descobrir.
Não podemos negar que a política esteja uma vergonha mas dar o voto para um ser deste é ser mais "Idiota" do que ele. A população reclama mas não assume o erro é dela mesma.
Jaines n°19
Já estamos acostumados a ver na televisão em época de eléição o melhor programa de humor do Brasil, ou melhor, o Horário político, onde tudo o que você imagina e não imagina aperecem dizendo as bobagens mais absurdas que existem.
Algumas pessoas não sabem que os partidos colocam essas pessoas para chamar a tenção do publico e ganhar votos para o partido, mas isso não quer dizer que eles não vão tirar uma casquinha do dinheiro.
Me espantou tamanha da população se lógico essa estatistica estiver correta por mais que o voto vá para o partido e por mais que a população ache a política brasileira uma palhaçada, eu que nunca votei não tenho coragem de eleger uma pessoa que diz que não sabe o que um deputado faz mas se ele ganhar vai descobrir.
Não podemos negar que a política esteja uma vergonha mas dar o voto para um ser deste é ser mais "Idiota" do que ele. A população reclama mas não assume o erro é dela mesma.
Jaines n°19
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Islândia
FMI espera que Islândia liquide dividas à Holanda e ao Reino Unido.
Reportagem: http://economia.publico.pt/Noticia/fmi-espera-que-islandia-liquide-dividas-a-holanda-e-ao-reino-unido_1455132
Comentário:
A Islândia é um país que tem grande qualidade na educação, porém ainda sofre a pressão da e da pois ela tem uma dívida muito grande com os mesmos, chega a ser um tanto sem sentido o fato de ser um país tão avançado mais ao mesmo tempo tão individado, e ainda tem em jogo a questão da Islândia ser um país que possui grandes aberturas vulcânicas que podem destruir toda nação a qualquer momento, mas nada disso muda o fato da divida externa extensa que a Islândia se comprometeu para que ameniza-se a crise em que se encontra.
Murilo n°30
Reportagem: http://economia.publico.pt/Noticia/fmi-espera-que-islandia-liquide-dividas-a-holanda-e-ao-reino-unido_1455132
Comentário:
A Islândia é um país que tem grande qualidade na educação, porém ainda sofre a pressão da e da pois ela tem uma dívida muito grande com os mesmos, chega a ser um tanto sem sentido o fato de ser um país tão avançado mais ao mesmo tempo tão individado, e ainda tem em jogo a questão da Islândia ser um país que possui grandes aberturas vulcânicas que podem destruir toda nação a qualquer momento, mas nada disso muda o fato da divida externa extensa que a Islândia se comprometeu para que ameniza-se a crise em que se encontra.
Murilo n°30
Declaração de Fidel Castro
O ex-Presidente cubano Fidel Castro, que seguiu à frente dos destinos da ilha durante quase 50 anos, admitiu que o modelo económico de Cuba “já não funciona”.
O antigo lider cubano quererá abrir espaço a reformas económicas (Cuban TV/Reuters)
“Já não funciona nem para nós”, afirmou numa entrevista com o jornalista norte-americano Jeffrey Goldberg, correspondente da revista “The Atlantic”, que conduziu ao longo do mês de Agosto em Havana uma série de conversas com o antigo líder da revolução cubana, tendo visitado a ilha a convite de Castro.
Na reportagem ontem publicada, Goldberg não avança quaisquer mais declarações de Castro sobre este assunto, precisando apenas que a resposta foi dada quando perguntou se Fidel acreditava que ainda valia a pena exportar o modelo cubano.
Goldberg descreve que pediu depois a Julia Sweig – analista do Council on Foreign Relations para a América Latina, que esteve presente nos encontros – para “interpretar” a declaração de Fidel. “[Castro] não estava a rejeitar as ideias da revolução. Creio que estava a reconhecer que sob o ‘modelo cubano’ o Estado tem um papel demasiado grande na vida económica do país".
Neste sentido, prosseguia a perita, Fidel pretende que, ao expressar tal sentimento de falhanço do “modelo cubano”, se abra maior espaço para Raul Castro – que lhe sucedeu – levar a cabo as reformas necessárias face à esperada oposição dos comunistas mais ortodoxos dentro da burocracia e do Partido Comunista cubano
www.Folhaonline.com.br
Comentário :
Está semana Fidel Castro deu uma declaração dizendo que sua política não funciona, mas, para algumas pessoas ele reconheceu isso bem tarde. Expondo meu ponto de vista penso que o Socialismo possa ser um bom caminho contra a desigualdade e outros problemas sociais. Agrada-me a idéia de que CERTAS coisas sejam divididas igualmente e que as pessoas se relacionem de maneira igual olhando para o próximo como seu semelhante e não como o rico e pobre. De certo essa política fez com que Cuba se desenvolve-se mais, porém me agrada também a idéia de que a liberdade exista, tanto porque cada um conhece seu limite e o que é melhor para si. Essa falta de liberdade junto com a ditadura imposta por Fidel fez com que mesmo a população que aceite as condições do Socialismo se imponha contra ele resultando em perseguições políticas e refúgios em outros países, muitos são expulsos ou saem do país por esse motivo. Acredito que a revolução Cubana foi um grande passo para que a economia e as condições de vivência da população tivessem uma melhora embora a violência e a repressão fizessem parte desse contexto.
Assim como tudo na vida tudo tem seu lado bom e ruim, mas há sempre uma solução.
Jaines, n°19
O antigo lider cubano quererá abrir espaço a reformas económicas (Cuban TV/Reuters)
“Já não funciona nem para nós”, afirmou numa entrevista com o jornalista norte-americano Jeffrey Goldberg, correspondente da revista “The Atlantic”, que conduziu ao longo do mês de Agosto em Havana uma série de conversas com o antigo líder da revolução cubana, tendo visitado a ilha a convite de Castro.
Na reportagem ontem publicada, Goldberg não avança quaisquer mais declarações de Castro sobre este assunto, precisando apenas que a resposta foi dada quando perguntou se Fidel acreditava que ainda valia a pena exportar o modelo cubano.
Goldberg descreve que pediu depois a Julia Sweig – analista do Council on Foreign Relations para a América Latina, que esteve presente nos encontros – para “interpretar” a declaração de Fidel. “[Castro] não estava a rejeitar as ideias da revolução. Creio que estava a reconhecer que sob o ‘modelo cubano’ o Estado tem um papel demasiado grande na vida económica do país".
Neste sentido, prosseguia a perita, Fidel pretende que, ao expressar tal sentimento de falhanço do “modelo cubano”, se abra maior espaço para Raul Castro – que lhe sucedeu – levar a cabo as reformas necessárias face à esperada oposição dos comunistas mais ortodoxos dentro da burocracia e do Partido Comunista cubano
www.Folhaonline.com.br
Comentário :
Está semana Fidel Castro deu uma declaração dizendo que sua política não funciona, mas, para algumas pessoas ele reconheceu isso bem tarde. Expondo meu ponto de vista penso que o Socialismo possa ser um bom caminho contra a desigualdade e outros problemas sociais. Agrada-me a idéia de que CERTAS coisas sejam divididas igualmente e que as pessoas se relacionem de maneira igual olhando para o próximo como seu semelhante e não como o rico e pobre. De certo essa política fez com que Cuba se desenvolve-se mais, porém me agrada também a idéia de que a liberdade exista, tanto porque cada um conhece seu limite e o que é melhor para si. Essa falta de liberdade junto com a ditadura imposta por Fidel fez com que mesmo a população que aceite as condições do Socialismo se imponha contra ele resultando em perseguições políticas e refúgios em outros países, muitos são expulsos ou saem do país por esse motivo. Acredito que a revolução Cubana foi um grande passo para que a economia e as condições de vivência da população tivessem uma melhora embora a violência e a repressão fizessem parte desse contexto.
Assim como tudo na vida tudo tem seu lado bom e ruim, mas há sempre uma solução.
Jaines, n°19
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Björk cria fundo para tirar Islândia da crise.
Cantora islandesa quer ajudar a criar empresas sustentáveis.
Iniciativa pretende arrecadar 9 milhões de euros até março.
A cantora islandesa Björk resolveu fazer sua parte para ajudar a recuperar a economia de seu país, que atualmente passa por umade suas maiores crises financeiras. A artista será a representante de um fundo de capital de risco para ajudar na criação e no auxílio de empresas com responsabilidade ambiental e social.
Segundo informa o jornal "El País", o fundo, com sede em Reikjavik, capital da Islândia, foi desenvolvido por meio de uma parceria entre a cantora e a empresa Audur Capital – comandada só por mulheres. A iniciativa, que leva o nome de Björk, já angariou cerca de 600 mil euros e pretende alcançar a cifra de 9 milhões de euros até março, com a colaboração de novos investidores.
A crise está afetando duramente o país, cujo sistema financeiro entrou em colapso no último mês de outubro, obrigando o governo a nacionalizar três bancos e desvalorizar sua moeda.
Björk é voz política ativa na Islândia, tendo comandado uma série de iniciativas. Recentemente a cantora se opôs a instalação de um centro de tratamento de alumínio em seu país e chegou a fazer shows para arrecadar fundos em prol da causa.
01/01/09 - 18h28 - Atualizado em 01/01/09 - 18h28
http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL941008-7085,00-BJORK+CRIA+FUNDO+PARA+TIRAR+ISLANDIA+DA+CRISE.html
Comentário:
"A atuação da cantora Bjork na Islândia é bem interresante, ela é uma figura imporante para o país, ela é uma cantora que se preocupa em ajudar o próximo em defender o meio ambiente.
E agora sabendo das dificuldades a serem superadas na Islândia ela resolve cooperar com a melhora da economia de seu país sendo representante de um fundo de capital de risco para ajudar na criação e no auxílio de empresas com responsabilidade ambiental e social.
Aproveitar da fama, para ajudar o seu país, o meio ambiente, e as pessoas mais necessitadas é uma forma bem facil de conseguir atrair o público, alem de que quando se trata de uma figura tão polêmica fica ainda mais fácil, se todos aqueles que tem a fama em mãos ajudassem seus países, teriamos um Mundo bem menos complicado e um tanto mais solidário.
Afinal quando se tem dinheiro em grande quantidade, por que não ajudar aos que precisam? Se um pouco de dinheiro a menos não faz tanta diferença em meio a tantos milhoes, para aqueles que vivem com menos de um real ao dia com certeza faria muita diferença. O mundo precisa de mais pessoas como Bjork, que faz da fama,uma ação de solidariedade."
Ingrid n°17
Iniciativa pretende arrecadar 9 milhões de euros até março.
A cantora islandesa Björk resolveu fazer sua parte para ajudar a recuperar a economia de seu país, que atualmente passa por umade suas maiores crises financeiras. A artista será a representante de um fundo de capital de risco para ajudar na criação e no auxílio de empresas com responsabilidade ambiental e social.
Segundo informa o jornal "El País", o fundo, com sede em Reikjavik, capital da Islândia, foi desenvolvido por meio de uma parceria entre a cantora e a empresa Audur Capital – comandada só por mulheres. A iniciativa, que leva o nome de Björk, já angariou cerca de 600 mil euros e pretende alcançar a cifra de 9 milhões de euros até março, com a colaboração de novos investidores.
A crise está afetando duramente o país, cujo sistema financeiro entrou em colapso no último mês de outubro, obrigando o governo a nacionalizar três bancos e desvalorizar sua moeda.
Björk é voz política ativa na Islândia, tendo comandado uma série de iniciativas. Recentemente a cantora se opôs a instalação de um centro de tratamento de alumínio em seu país e chegou a fazer shows para arrecadar fundos em prol da causa.
01/01/09 - 18h28 - Atualizado em 01/01/09 - 18h28
http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL941008-7085,00-BJORK+CRIA+FUNDO+PARA+TIRAR+ISLANDIA+DA+CRISE.html
Comentário:
"A atuação da cantora Bjork na Islândia é bem interresante, ela é uma figura imporante para o país, ela é uma cantora que se preocupa em ajudar o próximo em defender o meio ambiente.
E agora sabendo das dificuldades a serem superadas na Islândia ela resolve cooperar com a melhora da economia de seu país sendo representante de um fundo de capital de risco para ajudar na criação e no auxílio de empresas com responsabilidade ambiental e social.
Aproveitar da fama, para ajudar o seu país, o meio ambiente, e as pessoas mais necessitadas é uma forma bem facil de conseguir atrair o público, alem de que quando se trata de uma figura tão polêmica fica ainda mais fácil, se todos aqueles que tem a fama em mãos ajudassem seus países, teriamos um Mundo bem menos complicado e um tanto mais solidário.
Afinal quando se tem dinheiro em grande quantidade, por que não ajudar aos que precisam? Se um pouco de dinheiro a menos não faz tanta diferença em meio a tantos milhoes, para aqueles que vivem com menos de um real ao dia com certeza faria muita diferença. O mundo precisa de mais pessoas como Bjork, que faz da fama,uma ação de solidariedade."
Ingrid n°17
No Haiti, futebol é remédio contra tristeza
O terremoto de sete graus na escala Richter devastou o Haiti em janeiro, matou mais de 200 mil pessoas, mas não destruiu o sonho de 23 mulheres que tratam a bola com muita intimidade e carinho. Entre a esperança e a incerteza de um futuro melhor, a seleção feminina do país mais pobre das Américas chegou a Viçosa (MG), na última quarta-feira, cercada de euforia e com uma certeza: o futebol é o melhor remédio para minimizar um trauma impossível de ser apagado da noite para o dia. "Só o futebol, a família, Deus e os amigos para me fazer esquecer a tragédia", disse Betty Sanoun, com voz baixa, jeito tímido e uma cicatriz no braço direito. Aos 25 anos, a jogadora quase perdeu a vida por causa do forte tremor. Ficou um dia inteiro debaixo dos escombros depois que sua casa desabou na capital Porto Príncipe. Foi resgatada por um amigo, a quem chama de herói.
Quando estava soterrada, Betty pediu a Deus, a todo instante, para não morrer. "Eu precisava viver. Sou muito nova, tenho um caminho pela frente. Foi muito duro", comentou a meio-campista, de cabeça baixa, olhando fixamente para o chão. A tristeza logo ficou para trás assim que falou sobre sua vinda ao Brasil, "Pátria que tanto amo."
Graças a uma parceria entre a Federação Haitiana de Futebol e a ONG Viva Rio, ela e as companheiras de time já passaram por exames físicos e médicos e vão treinar por três semanas na Universidade Federal de Viçosa. Depois, batem bola no Centro de Educação Física da Marinha, no Rio. Querem chegar bem na Copa Ouro, no fim de outubro, em Cancún - os dois primeiros colocados se classificam para a Copa do Mundo da Alemanha, em 2011.
Para um trabalho no mesmo molde, a seleção masculina do Haiti chega ao País no dia 13. "Disputar um Mundial seria o maior presente que poderíamos oferecer ao povo haitiano", ressaltou Betty, sem esquecer suas raízes. Lá, os poucos campos que restaram viraram refúgio para os desabrigados.
Em meio ao caos, as atletas são gratas por encontrar em Viçosa, uma cidade universitária localizada na Zona da Mata mineira, uma boa estrutura de trabalho e por receber uma "boa" acolhida dos funcionários da universidade e da ONG.
"A experiência vai ser fantástica", vibrou Betty, convicta de que o melhor ainda está por vir. Observador técnico da seleção, o haitiano Luc Elie Durlian ensina as meninas a olhar sempre para frente. "O mundo não acabou. Estamos vivos. Vamos trabalhar e lutar sempre." Seu entusiasmo só esfriou ao relembrar a tragédia. Ao ver sua casa "balançando" devido ao forte tremor, Durlian saltou do segundo andar e se agarrou a uma barra de ferro. Espatifou-se no chão e torceu o tornozelo, enquanto sua residência desmoronava. Sua maior dor, no entanto, foi saber que seu filho, de 19 anos, estava soterrado ali.
Agiu rápido, revirou alguns escombros e retirou o rapaz com vida. "Até morrer, nunca me esquecerei dessa tragédia. Penso nisso todas as noites. Foi muito cruel, um filme de terror." Desde então, a mulher dele está depressiva e sofre com pressão alta.
De quinze em quinze dias, tem de ir a um hospital buscar remédios. Isso o deixa muito preocupado. Atualmente, Durlian divide uma barraca bem pequena com outros quatro familiares. Passam fome e sede. "Só Deus mesmo." No momento do terremoto, várias jogadoras estavam em campo treinando e acabaram se salvando. A lateral Charles Fiorda não tem dúvida: o futebol lhe deu muito mais do que o simples prazer de chutar a bola.
"Poucos meses depois, participamos de um torneio no Caribe e, com muita união, nos sagramos campeãs. Queremos mais."
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100905/not_imp605479,0.php
Comentário:
Bem interessante essa reportagem que o Estadão fez, pois como vimos no filme "Invictus" Nelson Mandela
conseguiu unir a África do Sul através do Hugby, e o Brasil não muito longe dessa realidade fictícia do filme,
tem conseguido a mesma proeza, apenas invertem os personagens, o futebol tem trazido alegria aos haitianos
e tirando-os por alguns minutos a lembrança dura e cruel que estes vem vivenciando nesses ultimos meses
podemos dizer ate que perdas e tristezas não descrevem o que estas pessoas vem passando, mas não podemos negar
que o esporte, seja ele qual for, esta fazendo um bem para muitos povos e nações talvez a chave de grande parte do problema
do mundo esta nessa palavra muitas vezes insignificante mas com efeito que ninguem pudera imaginar ate então.O esporte pode
sim mudar uma nação e mudar seus ideais.
Brenda, n°4
Quando estava soterrada, Betty pediu a Deus, a todo instante, para não morrer. "Eu precisava viver. Sou muito nova, tenho um caminho pela frente. Foi muito duro", comentou a meio-campista, de cabeça baixa, olhando fixamente para o chão. A tristeza logo ficou para trás assim que falou sobre sua vinda ao Brasil, "Pátria que tanto amo."
Graças a uma parceria entre a Federação Haitiana de Futebol e a ONG Viva Rio, ela e as companheiras de time já passaram por exames físicos e médicos e vão treinar por três semanas na Universidade Federal de Viçosa. Depois, batem bola no Centro de Educação Física da Marinha, no Rio. Querem chegar bem na Copa Ouro, no fim de outubro, em Cancún - os dois primeiros colocados se classificam para a Copa do Mundo da Alemanha, em 2011.
Para um trabalho no mesmo molde, a seleção masculina do Haiti chega ao País no dia 13. "Disputar um Mundial seria o maior presente que poderíamos oferecer ao povo haitiano", ressaltou Betty, sem esquecer suas raízes. Lá, os poucos campos que restaram viraram refúgio para os desabrigados.
Em meio ao caos, as atletas são gratas por encontrar em Viçosa, uma cidade universitária localizada na Zona da Mata mineira, uma boa estrutura de trabalho e por receber uma "boa" acolhida dos funcionários da universidade e da ONG.
"A experiência vai ser fantástica", vibrou Betty, convicta de que o melhor ainda está por vir. Observador técnico da seleção, o haitiano Luc Elie Durlian ensina as meninas a olhar sempre para frente. "O mundo não acabou. Estamos vivos. Vamos trabalhar e lutar sempre." Seu entusiasmo só esfriou ao relembrar a tragédia. Ao ver sua casa "balançando" devido ao forte tremor, Durlian saltou do segundo andar e se agarrou a uma barra de ferro. Espatifou-se no chão e torceu o tornozelo, enquanto sua residência desmoronava. Sua maior dor, no entanto, foi saber que seu filho, de 19 anos, estava soterrado ali.
Agiu rápido, revirou alguns escombros e retirou o rapaz com vida. "Até morrer, nunca me esquecerei dessa tragédia. Penso nisso todas as noites. Foi muito cruel, um filme de terror." Desde então, a mulher dele está depressiva e sofre com pressão alta.
De quinze em quinze dias, tem de ir a um hospital buscar remédios. Isso o deixa muito preocupado. Atualmente, Durlian divide uma barraca bem pequena com outros quatro familiares. Passam fome e sede. "Só Deus mesmo." No momento do terremoto, várias jogadoras estavam em campo treinando e acabaram se salvando. A lateral Charles Fiorda não tem dúvida: o futebol lhe deu muito mais do que o simples prazer de chutar a bola.
"Poucos meses depois, participamos de um torneio no Caribe e, com muita união, nos sagramos campeãs. Queremos mais."
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100905/not_imp605479,0.php
Comentário:
Bem interessante essa reportagem que o Estadão fez, pois como vimos no filme "Invictus" Nelson Mandela
conseguiu unir a África do Sul através do Hugby, e o Brasil não muito longe dessa realidade fictícia do filme,
tem conseguido a mesma proeza, apenas invertem os personagens, o futebol tem trazido alegria aos haitianos
e tirando-os por alguns minutos a lembrança dura e cruel que estes vem vivenciando nesses ultimos meses
podemos dizer ate que perdas e tristezas não descrevem o que estas pessoas vem passando, mas não podemos negar
que o esporte, seja ele qual for, esta fazendo um bem para muitos povos e nações talvez a chave de grande parte do problema
do mundo esta nessa palavra muitas vezes insignificante mas com efeito que ninguem pudera imaginar ate então.O esporte pode
sim mudar uma nação e mudar seus ideais.
Brenda, n°4
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
CONVIVER É UM DESAFIO
O homem nasce, cresce e se desenvolve aprendendo aquilo que lhe interessa e obtendo experiência para discernir o que é certo do que é errado. Aprende a sobreviver de acordo com as circunstâncias na qual se encontra e cria princípios que regem sua vida com base na cultura de sua região. Com isso forma sua personalidade e concepção de vida que o diferencia dos outros e faz com que veja a sociedade diferentemente das outras pessoas.
A diversificação da população em que vivemos é ampla, mas por incrível que pareça ainda não aprendemos a conviver e respeitar as opções e opiniões do nosso próximo. Na maioria das vezes não aceitamos o novo, julgamos o atual e recriminamos o velho.
Muitas guerras e intrigas, que vão desde pessoa para pessoa ou de nação para nação ocorrem por não aceitar as diferenças e por mais que a sociedade atual seja formada por cidadãos críticos e atuantes, conviver com essa condição ainda é um desafio. Devemos aprender a respeitar o ambiente do qual fazemos parte e compreender que as diferenças nos tornam pessoas únicas, porém semelhantes em aspectos.
Por: JAINES OLIVEIRA MACHADO Nº 19 SERIE: 3°D
O homem nasce, cresce e se desenvolve aprendendo aquilo que lhe interessa e obtendo experiência para discernir o que é certo do que é errado. Aprende a sobreviver de acordo com as circunstâncias na qual se encontra e cria princípios que regem sua vida com base na cultura de sua região. Com isso forma sua personalidade e concepção de vida que o diferencia dos outros e faz com que veja a sociedade diferentemente das outras pessoas.
A diversificação da população em que vivemos é ampla, mas por incrível que pareça ainda não aprendemos a conviver e respeitar as opções e opiniões do nosso próximo. Na maioria das vezes não aceitamos o novo, julgamos o atual e recriminamos o velho.
Muitas guerras e intrigas, que vão desde pessoa para pessoa ou de nação para nação ocorrem por não aceitar as diferenças e por mais que a sociedade atual seja formada por cidadãos críticos e atuantes, conviver com essa condição ainda é um desafio. Devemos aprender a respeitar o ambiente do qual fazemos parte e compreender que as diferenças nos tornam pessoas únicas, porém semelhantes em aspectos.
Por: JAINES OLIVEIRA MACHADO Nº 19 SERIE: 3°D
eleições sem voto!
Este ano não poderia ser diferente, mais uma vez o ibope e alguns canais de tv elegem os nossos governadores sem que possamos ter estudado cada um deles, analisado suas propostas. É incrível como é coloca que na mídia: fulano com tantos % na frente de ciclano.
Eu como vou votar pela primeira vez me pergunto será que sou eu ou a mídia que escolhe quem nos representara e tomar conta do nosso país.
Fonte da imagem:
wsantacruz.blogspot.com
Murilo Augusto Medeiros nº30 3ºD
Este ano não poderia ser diferente, mais uma vez o ibope e alguns canais de tv elegem os nossos governadores sem que possamos ter estudado cada um deles, analisado suas propostas. É incrível como é coloca que na mídia: fulano com tantos % na frente de ciclano.
Eu como vou votar pela primeira vez me pergunto será que sou eu ou a mídia que escolhe quem nos representara e tomar conta do nosso país.
Fonte da imagem:
wsantacruz.blogspot.com
Murilo Augusto Medeiros nº30 3ºD
Dificil decisão.'
Que carreira seguir?
"... que nos mantenhamos, sem qualquer reticência, às ordens da Transcendência, a única pátria do verdadeiro pensamento" - Louis Aragon
Ao término do segundo grau - fim do período "obrigatório" de estudos - o jovem se encontra numa encruzilhada, com uma miríade de caminhos possíveis à sua frente. E agora? Advogado, Policial, Médico, Poeta, Carpinteiro, Agricultor, Professor, Engenheiro, Empresário, Artista... São tantas as opções, tantos clamores de tantos lados diferentes que se fica meio "perdido", mesmo, particularmente se tomarmos em conta a tenra idade em que se tem de decidir a profissão para o resto da vida! Às vezes demoramos bastante até que encontremos nossa verdadeira vocação. A maioria das pessoas, segundo recente pesquisa da OIT (Organização Internacional do Trabalho), realiza tarefas que não têm absolutamente nada a ver com suas pulsões internas, particularmente no terceiro mundo, onde a questão monetária se impõe como um pesadelo do qual não se consegue despertar.
Há tempos ouvi de uma jovenzinha aí com seus 17 anos a seguinte assertiva: "Estou concluindo o cursinho pré-vestibular. ADORARIA ser psicóloga, mas o campo não está bom neste setor, de maneira que vou cursar administração de empresas. Depois realizo o meu sonho". Este adiamento sistemático dos sonhos tornou-se a tônica geral destes tempos de crise interminável que vivemos. Não se pode, claro, abstrair pura e simplesmente a questão pecuniária. O Capital, antigo vampiro sugador de sangue humano, tem suas exigências e há que cumpri-las, goste-se disso ou não!
E a vocação, como é que fica?
A moça do exemplo acima, é hoje próspera em sua função, casada e, quando questionada sobre o antigo sonho diz: "Ah... Aquilo era coisa de adolescente, na vida real os sonhos não se realizam..."
Ao término do segundo grau, o jovem já sabe quais são os anseios de seus pais quanto à carreira profissional que ele deve seguir - já ouvi de alguns brincalhões coisas como "a vocação de meu pai é que eu seja agrônomo" ou o que o valha - quais os anseios de seus amigos e até mesmo tem ouvido o aconselhamento de professores. Caso se esforce um pouco descobre ainda o que é que o Capital quer num dado momento: hoje medicina "dá mais dinheiro", ou informática, ou engenharia. Mas e as pulsões internas, os anseios íntimos, como descobrir precisamente o que desejo mesmo e como chegar lá?
Deve-se ter em mente que se tem, ao cabo da adolescência, pelo menos mais setenta anos pela frente e ninguém vai vivê-los no lugar do interessado. Cada jovem deve parar em momentos meditativos e fazer a si mesmo a pergunta básica: ONDE ESTÁ O CAMINHO DA MINHA BEM-AVENTURANÇA? O quê me faz feliz? Que atividade laborativa posso exercer com alegria? O que afinal me realiza como gente?
Descoberta a vocação íntima é agarrar-se a ela e, apesar de tudo e de todos, ou com sorte contando com algum apoio, mover céus e terras para fazer neste mundo o que veio fazer.
De que adianta ser um razoável administrador se tem tudo para ser um extraordinário psicólogo? Qual o valor de um diploma de medicina a ser entregue e demonstrado - com orgulho até - a quem tanto insistiu e trabalhou para que se seguisse aquela carreira se o coração mora na filosofia?
Siga a sua bem-aventurança, sempre. Eis o segredo do sucesso.
Texto de : Lázaro Curvêlo Chaves - 14 de abril de 2000
(http://www.culturabrasil.pro.br/vocacao.htm)
COMENTÁRIO:
Ao concluir o ensino médio, a maioria dos jovens passa pela mesma dificuldade o que na verdade é a decisão que cada um de nós vai tomar .
Qual faculdade devo fazer ? em que carreira devo investir ?
e nem sempre a melhor opção é fazer aquilo que nos gostamos, por que nem sempre o que gostamos irá nos completar financeiramente.
Acredito que saber conciliar o trabalho com o "gostar" é bem dificil mas é o certo a se fazer, trabalhar naquilo que não te faz sentir bem, faz de uma simples tarefa um grande sacrificio.
Ingrid n°17
"... que nos mantenhamos, sem qualquer reticência, às ordens da Transcendência, a única pátria do verdadeiro pensamento" - Louis Aragon
Ao término do segundo grau - fim do período "obrigatório" de estudos - o jovem se encontra numa encruzilhada, com uma miríade de caminhos possíveis à sua frente. E agora? Advogado, Policial, Médico, Poeta, Carpinteiro, Agricultor, Professor, Engenheiro, Empresário, Artista... São tantas as opções, tantos clamores de tantos lados diferentes que se fica meio "perdido", mesmo, particularmente se tomarmos em conta a tenra idade em que se tem de decidir a profissão para o resto da vida! Às vezes demoramos bastante até que encontremos nossa verdadeira vocação. A maioria das pessoas, segundo recente pesquisa da OIT (Organização Internacional do Trabalho), realiza tarefas que não têm absolutamente nada a ver com suas pulsões internas, particularmente no terceiro mundo, onde a questão monetária se impõe como um pesadelo do qual não se consegue despertar.
Há tempos ouvi de uma jovenzinha aí com seus 17 anos a seguinte assertiva: "Estou concluindo o cursinho pré-vestibular. ADORARIA ser psicóloga, mas o campo não está bom neste setor, de maneira que vou cursar administração de empresas. Depois realizo o meu sonho". Este adiamento sistemático dos sonhos tornou-se a tônica geral destes tempos de crise interminável que vivemos. Não se pode, claro, abstrair pura e simplesmente a questão pecuniária. O Capital, antigo vampiro sugador de sangue humano, tem suas exigências e há que cumpri-las, goste-se disso ou não!
E a vocação, como é que fica?
A moça do exemplo acima, é hoje próspera em sua função, casada e, quando questionada sobre o antigo sonho diz: "Ah... Aquilo era coisa de adolescente, na vida real os sonhos não se realizam..."
Ao término do segundo grau, o jovem já sabe quais são os anseios de seus pais quanto à carreira profissional que ele deve seguir - já ouvi de alguns brincalhões coisas como "a vocação de meu pai é que eu seja agrônomo" ou o que o valha - quais os anseios de seus amigos e até mesmo tem ouvido o aconselhamento de professores. Caso se esforce um pouco descobre ainda o que é que o Capital quer num dado momento: hoje medicina "dá mais dinheiro", ou informática, ou engenharia. Mas e as pulsões internas, os anseios íntimos, como descobrir precisamente o que desejo mesmo e como chegar lá?
Deve-se ter em mente que se tem, ao cabo da adolescência, pelo menos mais setenta anos pela frente e ninguém vai vivê-los no lugar do interessado. Cada jovem deve parar em momentos meditativos e fazer a si mesmo a pergunta básica: ONDE ESTÁ O CAMINHO DA MINHA BEM-AVENTURANÇA? O quê me faz feliz? Que atividade laborativa posso exercer com alegria? O que afinal me realiza como gente?
Descoberta a vocação íntima é agarrar-se a ela e, apesar de tudo e de todos, ou com sorte contando com algum apoio, mover céus e terras para fazer neste mundo o que veio fazer.
De que adianta ser um razoável administrador se tem tudo para ser um extraordinário psicólogo? Qual o valor de um diploma de medicina a ser entregue e demonstrado - com orgulho até - a quem tanto insistiu e trabalhou para que se seguisse aquela carreira se o coração mora na filosofia?
Siga a sua bem-aventurança, sempre. Eis o segredo do sucesso.
Texto de : Lázaro Curvêlo Chaves - 14 de abril de 2000
(http://www.culturabrasil.pro.br/vocacao.htm)
COMENTÁRIO:
Ao concluir o ensino médio, a maioria dos jovens passa pela mesma dificuldade o que na verdade é a decisão que cada um de nós vai tomar .
Qual faculdade devo fazer ? em que carreira devo investir ?
e nem sempre a melhor opção é fazer aquilo que nos gostamos, por que nem sempre o que gostamos irá nos completar financeiramente.
Acredito que saber conciliar o trabalho com o "gostar" é bem dificil mas é o certo a se fazer, trabalhar naquilo que não te faz sentir bem, faz de uma simples tarefa um grande sacrificio.
Ingrid n°17
Eleições em África: O Bom, o Mau e o Feio.
Vão realizar-se esta semana eleições no Togo. Essas eleições são as primeiras de uma série de votações previstas para este ano em países da África subsaariana.
A Voz da América contactou diversos peritos sobre questões africanas para analisarem estas eleições.
Chris Hennemeyer disse que essas eleições deste ano serão diferentes umas das outras.
As eleições podem ser divididas em boas, más e feias. Penso que em países como a costa do marfim as eleições serão muito más enquanto no Sudão, Etiópia e Ruanda teremos votações contenciosas, disse Hennemeyer
Hennemeyer disse que na sua opinião as eleições legislativas e presidenciais na Tanzânia previstas para Outubro serão boas e que a votação será calma no Burkina Faso onde haverá eleições em, finais de Novembro. Acrescente no entanto que muitas outras eleições são difíceis de prever.
Almani Cyllah, director regional para África da fundação internacional para sistemas eleitorais disse que considera ser um progresso o facto de ser difícil fazer previsões sobre as eleições.
"Quer sejam boas ou más o facto é que pelo menos estamos a ver os povos a decidirem quem querem que sejam os seus líderes enquanto no passado todos sabiam quem eram os líderes, todos sabiam quem seriam os vencedores.," diss ele.
"Agora há eleições e embora possamos ter um senso sobre quem vai ganhar consideramos as eleições de competitivas", acrescentou
Um dos problemas em eleições em África tem sido a questão das listas de eleitores. Chris Hennemeyer diz que a situação na Costa do marfim é o melhor exemplo disso.
"Na costa do marfim há uma população enorme de pessoas com raízes noutros países da região, particularmente no Burkina Faso e no Mali e não se sabe o que fazer para incluir essas pessoas no processo político," disse.
"Por isso o registo dos eleitores tendo a excluir pessoas que não têm meios para demonstrar que são verdadeiros marfinenses. Por outro lado o presidente Laurent Gbagbo não tem a intenção de abandonar o poder e tem usado todos os meios à sua disposição para se agarrar ao poder", acrescentou
Embora eleições em África possam levar a divisões dentro de certas sociedades como acontece na Costa do Marfim, o professor Leonard Wantchekon disse que eleições livres e justas são o melhor meio para se garantir a unidade a longo prazo.
"Mesmo que diferenças étnicas surjam como resultado das eleições pode se argumentar que eleições são o melhor meio para se resolver essas diferenças", disse o professor.
" Nós temos a tendência de esquecer que a democracia não é só uma questão de valores como a liberdade mas é também um mecanismo prático para a resolução de conflitos", acrescentou
Há eleições previstas para a este ano na Guiné- Conackry, Republica Centro Africana e Madagáscar que poderão ser adiadas. Todos estes países passam por uma fase conturbada na sequência de golpes de estado. Na semana passada por exemplo rebeldes e dirigentes da oposição na Republica centro africana disseram não haver condições para as eleições marcadas para o próximo dia 25 de Abril.
Mas o analista Chris Hennemeyer diz que na sua opinião essas eleições deveriam realizar-se.
"Se esperarmos para condições propícias para a realização de eleições então em muitos países africanos teremos que esperar durante décadas", disse ele.
No Burundi a situação é diferente. Dezenas de partidos estão a preparar-se para eleições marcadas para se iniciarem em Maio e que se vão prolongar até Julho.
Almani Cyllah da fundação internacional para sistemas eleitorais disse estar encorajado com o entusiasmo eleitoral nesse país.
"O Burundi é um bom exemplo do que nós pensamos será uma eleição muito competitiva" disse Cullah recordando que hoje em dia em África "raramente se vê agora 99 por cento de apoio para um candidato".
"Isso demonstra que os candidatos podem participar e estão a ter a capacidade de difundir a sua mensagem," acrescentou
Apesar dos desafios peritos eleitorais afirmam estar encorajados pela proliferação de meios de informação, organizações da sociedade civil e grupos de monitorização eleitoral no continente. Esses peritos afirmam que estes desenvolvimentos demonstram que a realização de eleições com sucesso não pode ser vista como o único barómetro do progresso democrático em África.
Brenda, n°4
A Voz da América contactou diversos peritos sobre questões africanas para analisarem estas eleições.
Chris Hennemeyer disse que essas eleições deste ano serão diferentes umas das outras.
As eleições podem ser divididas em boas, más e feias. Penso que em países como a costa do marfim as eleições serão muito más enquanto no Sudão, Etiópia e Ruanda teremos votações contenciosas, disse Hennemeyer
Hennemeyer disse que na sua opinião as eleições legislativas e presidenciais na Tanzânia previstas para Outubro serão boas e que a votação será calma no Burkina Faso onde haverá eleições em, finais de Novembro. Acrescente no entanto que muitas outras eleições são difíceis de prever.
Almani Cyllah, director regional para África da fundação internacional para sistemas eleitorais disse que considera ser um progresso o facto de ser difícil fazer previsões sobre as eleições.
"Quer sejam boas ou más o facto é que pelo menos estamos a ver os povos a decidirem quem querem que sejam os seus líderes enquanto no passado todos sabiam quem eram os líderes, todos sabiam quem seriam os vencedores.," diss ele.
"Agora há eleições e embora possamos ter um senso sobre quem vai ganhar consideramos as eleições de competitivas", acrescentou
Um dos problemas em eleições em África tem sido a questão das listas de eleitores. Chris Hennemeyer diz que a situação na Costa do marfim é o melhor exemplo disso.
"Na costa do marfim há uma população enorme de pessoas com raízes noutros países da região, particularmente no Burkina Faso e no Mali e não se sabe o que fazer para incluir essas pessoas no processo político," disse.
"Por isso o registo dos eleitores tendo a excluir pessoas que não têm meios para demonstrar que são verdadeiros marfinenses. Por outro lado o presidente Laurent Gbagbo não tem a intenção de abandonar o poder e tem usado todos os meios à sua disposição para se agarrar ao poder", acrescentou
Embora eleições em África possam levar a divisões dentro de certas sociedades como acontece na Costa do Marfim, o professor Leonard Wantchekon disse que eleições livres e justas são o melhor meio para se garantir a unidade a longo prazo.
"Mesmo que diferenças étnicas surjam como resultado das eleições pode se argumentar que eleições são o melhor meio para se resolver essas diferenças", disse o professor.
" Nós temos a tendência de esquecer que a democracia não é só uma questão de valores como a liberdade mas é também um mecanismo prático para a resolução de conflitos", acrescentou
Há eleições previstas para a este ano na Guiné- Conackry, Republica Centro Africana e Madagáscar que poderão ser adiadas. Todos estes países passam por uma fase conturbada na sequência de golpes de estado. Na semana passada por exemplo rebeldes e dirigentes da oposição na Republica centro africana disseram não haver condições para as eleições marcadas para o próximo dia 25 de Abril.
Mas o analista Chris Hennemeyer diz que na sua opinião essas eleições deveriam realizar-se.
"Se esperarmos para condições propícias para a realização de eleições então em muitos países africanos teremos que esperar durante décadas", disse ele.
No Burundi a situação é diferente. Dezenas de partidos estão a preparar-se para eleições marcadas para se iniciarem em Maio e que se vão prolongar até Julho.
Almani Cyllah da fundação internacional para sistemas eleitorais disse estar encorajado com o entusiasmo eleitoral nesse país.
"O Burundi é um bom exemplo do que nós pensamos será uma eleição muito competitiva" disse Cullah recordando que hoje em dia em África "raramente se vê agora 99 por cento de apoio para um candidato".
"Isso demonstra que os candidatos podem participar e estão a ter a capacidade de difundir a sua mensagem," acrescentou
Apesar dos desafios peritos eleitorais afirmam estar encorajados pela proliferação de meios de informação, organizações da sociedade civil e grupos de monitorização eleitoral no continente. Esses peritos afirmam que estes desenvolvimentos demonstram que a realização de eleições com sucesso não pode ser vista como o único barómetro do progresso democrático em África.
Brenda, n°4
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Caso Enem .'
Passar no Enem sonho de muitos e conquista de poucos já que a prova exigi muito esforço do estudante, não que seja algo impossível de se conseguir mas todos sabem que não é fácil. Até parece que essa prova é um desafio para todos do qual os que elaboraram duvidam da capacidade dos estudantes do nosso país.
Já aqueles que não conseguem passar em nenhuma Universidade pública sofrem as conseqüências de não poder fazer uma faculdade já que a situação não é fácil para a maioria dos estudantes, e muitos daquele que tem condições financeiras de cursar uma boa faculdade optam por não cursar.
E pra aqueles que já se inscreveram no Enem ainda sofreram fraude de suas informações que vazaram pela internet e se tornaram públicas através do site do Enem, dessa forma correndo o risco de que as informações pessoais do aluno fossem usadas para criação de empresasfantasma, obtenção de crédito e falsificação de identidades.
A presidente da Comissão de Direito e Tecnologia da Informação da OAB-RJ, Ana Amélia Menna Barreto, afirmou a insegurança que a internet nos expõe ,e também afirmou que “Esses dados eram sigilosos. O Ministério da Educação tinha a responsabilidade de evitar que chegassem ao conhecimento público. O vazamento dessas informações cria uma base de dados de CPFs e RGs válidos que identificam os alunos.”.
No caso desse fraude a melhor opção seria ir até uma delegacia e registrar um boletim de ocorrência referente a esse vazamento .
Ingrid, n°17
Já aqueles que não conseguem passar em nenhuma Universidade pública sofrem as conseqüências de não poder fazer uma faculdade já que a situação não é fácil para a maioria dos estudantes, e muitos daquele que tem condições financeiras de cursar uma boa faculdade optam por não cursar.
E pra aqueles que já se inscreveram no Enem ainda sofreram fraude de suas informações que vazaram pela internet e se tornaram públicas através do site do Enem, dessa forma correndo o risco de que as informações pessoais do aluno fossem usadas para criação de empresasfantasma, obtenção de crédito e falsificação de identidades.
A presidente da Comissão de Direito e Tecnologia da Informação da OAB-RJ, Ana Amélia Menna Barreto, afirmou a insegurança que a internet nos expõe ,e também afirmou que “Esses dados eram sigilosos. O Ministério da Educação tinha a responsabilidade de evitar que chegassem ao conhecimento público. O vazamento dessas informações cria uma base de dados de CPFs e RGs válidos que identificam os alunos.”.
No caso desse fraude a melhor opção seria ir até uma delegacia e registrar um boletim de ocorrência referente a esse vazamento .
Ingrid, n°17
Risco de fraude para 12 milhões de estudantes.
Juristas aconselham candidatos que tiveram dados expostos em página do MEC a se prevenirem contra uso indevido do nome e CPF
Rio - Os estudantes que tiveram nome, RG e CPF divulgados no site do Enem devem procurar a polícia e a Justiça para se precaver contra estelionatários. Esse é o conselho de especialistas para os 11,75 milhões de alunos inscritos nos exames de 2007, 2008 e 2009 que foram afetados por falha no banco de dados do Instituto Nacional de Educação e Pesquisa (Inep), do Ministério da Educação (MEC), e cujos dados foram disponibilizados no site da instituição.
Segundo o advogado criminalista Alexandre Moura Dumans, as informações pessoais dos alunos podem ser utilizadas para criação de empresasfantasma, obtenção de crédito e falsificação de identidades. Por isso, o estudante cujos dados foram expostos deve guardar documentos que comprovem a inscrição no Enem e tomar algumas medidas preventivas (veja ao lado).
A presidente da Comissão de Direito e Tecnologia da Informação da OAB-RJ, Ana Amélia Menna Barreto, afirma que o incidente mostra a insegurança oferecida na Internet. “Esses dados eram sigilosos. O Ministério da Educação tinha a responsabilidade de evitar que chegassem ao conhecimento público. O vazamento dessas informações cria uma base de dados de CPFs e RGs válidos que identificam os alunos,” salienta, alertando para uma série de fraudes possíveis caso um criminoso se aposse dessas informações.
Divulgar dados sigilosos aos quais se têm acesso por conta de cargo público ou facilitar essa divulgação é crime. E o responsável pode ser punido com reclusão de seis meses a dois anos.
Sem responsáveis até agora
Segundo Ana Amélia, embora decreto do governo federal de 2000 tenha criado a Política Nacional da Informação — que assegura a inviolabilidade de dados pessoais e a proteção de assuntos que mereçam atenção especial, como as inscrições do Enem —, não há uma única pessoa, no governo, que possa ser responsabilizada pela segurança dos dados transmitidos na Internet. “O MEC não pode ser responsabilizado criminalmente até que as investigações estejam concluídas”, afirmou.
Para a especialista, o vazamento de dados demonstra a fragilidade da Política Nacional da Informação. “Quem deveria responder à população pelo caso é a Secretaria Executiva do Conselho de Defesa Nacional e o Comitê Gestor de Segurança da Informação”, disse.
Dicas para se precaver contra futuros golpes
O aluno pode pedir na Justiça, com ajuda de advogado ou defensor, um habeas data para ter laudo do MEC confirmando o vazamento. Com o documento, os estudantes podem alegar, se forem vítimas de golpe, que os dados foram acessados ilegalmente no site do Inep.
Os estudantes também podem entrar com processo cível contra o MEC, alegando facilitação de perdas e danos. Para isso, precisam do comprovante de inscrição nos exames dos anos de 2007, 2008 ou 2009.
Outra dica é ir a qualquer delegacia e registrar boletim de ocorrência informando que os dados foram divulgados na Internet.
COMENTÁRIO:
Agora eu um dos inscrito para prestar a prova, me pergunto se meus dados pessoais e familiares não estão sendo usados por qualquer um. Se é ou não culpa do governo isso pouco importa. Como está exposto na reportagem, ficamos vulneráveis ao crime pela internet, e agora o que devemos fazer? Cada ano que se passa o enem tem mais um episodio de catástrofe maior. Se a culpa não é da comissão organizado, de quem será?
O Enem é uma forma de demostrar o grau de aprendizado do candidato, que ajudara a engrenar em uma formação profissional; e segundo o Próprio Ministério da Educação o objetivo era facilitar o cadastro, o mínimo era ter um site com uma segurança melhor.
Murilo, n°30
Rio - Os estudantes que tiveram nome, RG e CPF divulgados no site do Enem devem procurar a polícia e a Justiça para se precaver contra estelionatários. Esse é o conselho de especialistas para os 11,75 milhões de alunos inscritos nos exames de 2007, 2008 e 2009 que foram afetados por falha no banco de dados do Instituto Nacional de Educação e Pesquisa (Inep), do Ministério da Educação (MEC), e cujos dados foram disponibilizados no site da instituição.
Segundo o advogado criminalista Alexandre Moura Dumans, as informações pessoais dos alunos podem ser utilizadas para criação de empresasfantasma, obtenção de crédito e falsificação de identidades. Por isso, o estudante cujos dados foram expostos deve guardar documentos que comprovem a inscrição no Enem e tomar algumas medidas preventivas (veja ao lado).
A presidente da Comissão de Direito e Tecnologia da Informação da OAB-RJ, Ana Amélia Menna Barreto, afirma que o incidente mostra a insegurança oferecida na Internet. “Esses dados eram sigilosos. O Ministério da Educação tinha a responsabilidade de evitar que chegassem ao conhecimento público. O vazamento dessas informações cria uma base de dados de CPFs e RGs válidos que identificam os alunos,” salienta, alertando para uma série de fraudes possíveis caso um criminoso se aposse dessas informações.
Divulgar dados sigilosos aos quais se têm acesso por conta de cargo público ou facilitar essa divulgação é crime. E o responsável pode ser punido com reclusão de seis meses a dois anos.
Sem responsáveis até agora
Segundo Ana Amélia, embora decreto do governo federal de 2000 tenha criado a Política Nacional da Informação — que assegura a inviolabilidade de dados pessoais e a proteção de assuntos que mereçam atenção especial, como as inscrições do Enem —, não há uma única pessoa, no governo, que possa ser responsabilizada pela segurança dos dados transmitidos na Internet. “O MEC não pode ser responsabilizado criminalmente até que as investigações estejam concluídas”, afirmou.
Para a especialista, o vazamento de dados demonstra a fragilidade da Política Nacional da Informação. “Quem deveria responder à população pelo caso é a Secretaria Executiva do Conselho de Defesa Nacional e o Comitê Gestor de Segurança da Informação”, disse.
Dicas para se precaver contra futuros golpes
O aluno pode pedir na Justiça, com ajuda de advogado ou defensor, um habeas data para ter laudo do MEC confirmando o vazamento. Com o documento, os estudantes podem alegar, se forem vítimas de golpe, que os dados foram acessados ilegalmente no site do Inep.
Os estudantes também podem entrar com processo cível contra o MEC, alegando facilitação de perdas e danos. Para isso, precisam do comprovante de inscrição nos exames dos anos de 2007, 2008 ou 2009.
Outra dica é ir a qualquer delegacia e registrar boletim de ocorrência informando que os dados foram divulgados na Internet.
COMENTÁRIO:
Agora eu um dos inscrito para prestar a prova, me pergunto se meus dados pessoais e familiares não estão sendo usados por qualquer um. Se é ou não culpa do governo isso pouco importa. Como está exposto na reportagem, ficamos vulneráveis ao crime pela internet, e agora o que devemos fazer? Cada ano que se passa o enem tem mais um episodio de catástrofe maior. Se a culpa não é da comissão organizado, de quem será?
O Enem é uma forma de demostrar o grau de aprendizado do candidato, que ajudara a engrenar em uma formação profissional; e segundo o Próprio Ministério da Educação o objetivo era facilitar o cadastro, o mínimo era ter um site com uma segurança melhor.
Murilo, n°30
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Será que o Brasil está preparado
O nosso país está para entrar em uma nova era, as eleições para a Presidência serão em outubro deste ano e as dúvidas ainda são incessantes principalmente para os jovens que vão exercer seus direitos como cidadãos pela primeira vez.
A política brasileira vem mostrando para a sociedade uma imagem de péssimas condutas, falta de consideração para com a população e total despreparo para apresentar soluções aos problemas sociais dos quais enfrentamos. Porém não devemos apontar somente os problemas e sim reconhecer as poucas providencias tomada que surtiram algum efeito e proporcionaram algumas melhorias.
As faltas de transparência das ações políticas brasileiras fazem aumentar a falta de conhecimento com relação a cargos, funções e obrigações dos políticos e esse é um dos motivos pelo quais muitas pessoas anulam seus votos. Mas a juventude atual que possui cidadãos críticos, com princípios e valores e que vão atraz de conhecimento, quer trazer a tona todas as respostas possíveis e conscientizar a todos que o voto é a principal arma contra a violação dos nossos direitos. Grande parte da população ativa hoje lutou no movimento “Diretas já” para conseguir o direito de escolher seu governante porem o que é muito comum em tempos de eleição é as pessoas votarem sem ao menos saber o nome do seu candidato, se baseiam em promessas chulas e são subordinadas de maneira incrivelmente fácil.
Essa em minha opinião e a principal vergonha para o nosso país, e a sociedade convive com isto há anos e não tomou nenhuma atitude para exterminar esse problema, e mesmo vendo a situação em que o Brasil se encontra insistem em bater na mesma tecla. A dúvida que tenho e que anseio por uma resposta e a seguinte: tendo em vista o despreparo social, os problemas que o país enfrenta e a péssima imagem que temos do sistema brasileiro, será que só com uma mulher no comando é que veremos alguma diferença? Será que a força feminina e suficiente para suprir com as necessidades dos cidadãos brasileiros? Espero que a sociedade abra os olhos em quanto a tempo, para que, mas tarde não digamos que é o fim.
Jaines , n ° 19
A política brasileira vem mostrando para a sociedade uma imagem de péssimas condutas, falta de consideração para com a população e total despreparo para apresentar soluções aos problemas sociais dos quais enfrentamos. Porém não devemos apontar somente os problemas e sim reconhecer as poucas providencias tomada que surtiram algum efeito e proporcionaram algumas melhorias.
As faltas de transparência das ações políticas brasileiras fazem aumentar a falta de conhecimento com relação a cargos, funções e obrigações dos políticos e esse é um dos motivos pelo quais muitas pessoas anulam seus votos. Mas a juventude atual que possui cidadãos críticos, com princípios e valores e que vão atraz de conhecimento, quer trazer a tona todas as respostas possíveis e conscientizar a todos que o voto é a principal arma contra a violação dos nossos direitos. Grande parte da população ativa hoje lutou no movimento “Diretas já” para conseguir o direito de escolher seu governante porem o que é muito comum em tempos de eleição é as pessoas votarem sem ao menos saber o nome do seu candidato, se baseiam em promessas chulas e são subordinadas de maneira incrivelmente fácil.
Essa em minha opinião e a principal vergonha para o nosso país, e a sociedade convive com isto há anos e não tomou nenhuma atitude para exterminar esse problema, e mesmo vendo a situação em que o Brasil se encontra insistem em bater na mesma tecla. A dúvida que tenho e que anseio por uma resposta e a seguinte: tendo em vista o despreparo social, os problemas que o país enfrenta e a péssima imagem que temos do sistema brasileiro, será que só com uma mulher no comando é que veremos alguma diferença? Será que a força feminina e suficiente para suprir com as necessidades dos cidadãos brasileiros? Espero que a sociedade abra os olhos em quanto a tempo, para que, mas tarde não digamos que é o fim.
Jaines , n ° 19
terça-feira, 10 de agosto de 2010
.Conflitos.
Há décadas o continente africano é vítima de uma coincidência dramática: conflitos armados e pobreza. Como as guerras não estão presentes em todos os contextos de miséria, conclui-se que a pobreza nem sempre é capaz de causar conflitos violentos por si só. Apesar disso, deve ser observada como uma causa ela contribui de maneira decisiva para que as guerras aconteçam.
Grupos insurgentes costumam alegar que querem substituir um determinado governo para que, com o poder em mãos, possam defender segmentos marginalizados da sociedade em regimes não democráticos. Afirmam que a idéia é conferir-lhes expressividade política e promover seus interesses sociais e econômicos, a fim de reverter injustiças. Essa motivação costuma atrair amplo apoio popular à iniciativa de travar uma guerra civil.
No decorrer de vários conflitos na África, porém, os combatentes empregaram táticas de guerra, como o recrutamento de crianças, a servidão sexual, as mutilações de civis, o deslocamento forçado e a limpeza étnica. Quando rebeldes voltam-se contra a própria população, torna-se evidente que há outros fatores envolvidos, além da luta contra a marginalização.
As causas fundamentais desses conflitos estão, em geral, relacionadas à fraqueza e à pouca ou nenhuma legitimidade dos governos. Uma cultura de violência e personalismo na política ainda marca os jovens Estados africanos, herdeiros do domínio colonial europeu. Essa fragilidade manifesta-se no caráter vulnerável a intervenções internacionais e na permissividade ao mercado informal, que possibilita a circulação de armas ilegais. Ao agir em nome de interesses privados, o Estado permite que outras forças políticas incluindo grupos armados preencham o vácuo do poder público.
É interessante notar que na África há um paradoxo entre a pobreza do povo e a riqueza da terra. Ao mesmo tempo em que o continente concentra os piores índices de desenvolvimento humano, também tem reservas de extraordinárias riquezas naturais, como petróleo, diamantes, ouro, cobre, cobalto e coltan (liga metálica usada na fabricação de componentes eletrônicos). Parte dessas riquezas foi drenada para financiar a violência contra as próprias populações africanas como, por exemplo, os diamantes de sangue de Angola, Congo e Serra Leoa. Outra parte enriqueceu grandes investidores estrangeiros, com as bênçãos de governos instáveis e corruptos.
Conflitos prolongados e de difícil solução, como é o caso dos países que compõem o Chifre da África, não só causaram mortes, mas também pioraram as condições de vida dos sobreviventes entre os quais imensas massas de refugiados. Dessa forma, percebe-se claramente a correlação entre miséria e conflitos armados: ao mesmo tempo em que a miséria consiste em uma causa profunda de guerras, também é intensificada pelas práticas de extrema violência, num ciclo vicioso dos mais cruéis.
Brenda, n°04
Grupos insurgentes costumam alegar que querem substituir um determinado governo para que, com o poder em mãos, possam defender segmentos marginalizados da sociedade em regimes não democráticos. Afirmam que a idéia é conferir-lhes expressividade política e promover seus interesses sociais e econômicos, a fim de reverter injustiças. Essa motivação costuma atrair amplo apoio popular à iniciativa de travar uma guerra civil.
No decorrer de vários conflitos na África, porém, os combatentes empregaram táticas de guerra, como o recrutamento de crianças, a servidão sexual, as mutilações de civis, o deslocamento forçado e a limpeza étnica. Quando rebeldes voltam-se contra a própria população, torna-se evidente que há outros fatores envolvidos, além da luta contra a marginalização.
As causas fundamentais desses conflitos estão, em geral, relacionadas à fraqueza e à pouca ou nenhuma legitimidade dos governos. Uma cultura de violência e personalismo na política ainda marca os jovens Estados africanos, herdeiros do domínio colonial europeu. Essa fragilidade manifesta-se no caráter vulnerável a intervenções internacionais e na permissividade ao mercado informal, que possibilita a circulação de armas ilegais. Ao agir em nome de interesses privados, o Estado permite que outras forças políticas incluindo grupos armados preencham o vácuo do poder público.
É interessante notar que na África há um paradoxo entre a pobreza do povo e a riqueza da terra. Ao mesmo tempo em que o continente concentra os piores índices de desenvolvimento humano, também tem reservas de extraordinárias riquezas naturais, como petróleo, diamantes, ouro, cobre, cobalto e coltan (liga metálica usada na fabricação de componentes eletrônicos). Parte dessas riquezas foi drenada para financiar a violência contra as próprias populações africanas como, por exemplo, os diamantes de sangue de Angola, Congo e Serra Leoa. Outra parte enriqueceu grandes investidores estrangeiros, com as bênçãos de governos instáveis e corruptos.
Conflitos prolongados e de difícil solução, como é o caso dos países que compõem o Chifre da África, não só causaram mortes, mas também pioraram as condições de vida dos sobreviventes entre os quais imensas massas de refugiados. Dessa forma, percebe-se claramente a correlação entre miséria e conflitos armados: ao mesmo tempo em que a miséria consiste em uma causa profunda de guerras, também é intensificada pelas práticas de extrema violência, num ciclo vicioso dos mais cruéis.
Brenda, n°04
sábado, 7 de agosto de 2010
Eleição.'
Ao chegar a época de eleição as pessoas começam a se questionar qual seria a melhor opção de voto para seu país. Muitos ainda preferem trocar seu direito de cidadão ou melhor seu direito de expor a sua opinião perante o voto por um pouco de dinheiro ou um tanto de mantimento.A necessidade faz com que não se existam muitas opções de escolha, já que trocar seu voto por um pouco de mantimento pode até ser vantajoso na hora do ato mas ao passar do tempo quando o corrupto que você favoreceu por uma troca já estar no poder, é onde sentimos na pele a dificuldade do dia-a-dia que não se altera por conseqüência de incompetentes no poder, os quais nós mesmos elegemos para que ele exercesse o cargo.
E logo após tantos atos impensáveis vêem conseqüências um tanto significantes na vida de cada brasileiro, ao colocar aquele que não tem capacidade no poder ocorre a mal administração do nosso país(que mesmo quando bem administrado, ainda tem bastante problemas), daí onde surge a fome, desemprego, enchentes e entre outro problemas a serem solucionados.
Ingrid, n°17
E logo após tantos atos impensáveis vêem conseqüências um tanto significantes na vida de cada brasileiro, ao colocar aquele que não tem capacidade no poder ocorre a mal administração do nosso país(que mesmo quando bem administrado, ainda tem bastante problemas), daí onde surge a fome, desemprego, enchentes e entre outro problemas a serem solucionados.
Ingrid, n°17
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