CONVIVER É UM DESAFIO
O homem nasce, cresce e se desenvolve aprendendo aquilo que lhe interessa e obtendo experiência para discernir o que é certo do que é errado. Aprende a sobreviver de acordo com as circunstâncias na qual se encontra e cria princípios que regem sua vida com base na cultura de sua região. Com isso forma sua personalidade e concepção de vida que o diferencia dos outros e faz com que veja a sociedade diferentemente das outras pessoas.
A diversificação da população em que vivemos é ampla, mas por incrível que pareça ainda não aprendemos a conviver e respeitar as opções e opiniões do nosso próximo. Na maioria das vezes não aceitamos o novo, julgamos o atual e recriminamos o velho.
Muitas guerras e intrigas, que vão desde pessoa para pessoa ou de nação para nação ocorrem por não aceitar as diferenças e por mais que a sociedade atual seja formada por cidadãos críticos e atuantes, conviver com essa condição ainda é um desafio. Devemos aprender a respeitar o ambiente do qual fazemos parte e compreender que as diferenças nos tornam pessoas únicas, porém semelhantes em aspectos.
Por: JAINES OLIVEIRA MACHADO Nº 19 SERIE: 3°D
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
eleições sem voto!
Este ano não poderia ser diferente, mais uma vez o ibope e alguns canais de tv elegem os nossos governadores sem que possamos ter estudado cada um deles, analisado suas propostas. É incrível como é coloca que na mídia: fulano com tantos % na frente de ciclano.
Eu como vou votar pela primeira vez me pergunto será que sou eu ou a mídia que escolhe quem nos representara e tomar conta do nosso país.
Fonte da imagem:
wsantacruz.blogspot.com
Murilo Augusto Medeiros nº30 3ºD
Este ano não poderia ser diferente, mais uma vez o ibope e alguns canais de tv elegem os nossos governadores sem que possamos ter estudado cada um deles, analisado suas propostas. É incrível como é coloca que na mídia: fulano com tantos % na frente de ciclano.
Eu como vou votar pela primeira vez me pergunto será que sou eu ou a mídia que escolhe quem nos representara e tomar conta do nosso país.
Fonte da imagem:
wsantacruz.blogspot.com
Murilo Augusto Medeiros nº30 3ºD
Dificil decisão.'
Que carreira seguir?
"... que nos mantenhamos, sem qualquer reticência, às ordens da Transcendência, a única pátria do verdadeiro pensamento" - Louis Aragon
Ao término do segundo grau - fim do período "obrigatório" de estudos - o jovem se encontra numa encruzilhada, com uma miríade de caminhos possíveis à sua frente. E agora? Advogado, Policial, Médico, Poeta, Carpinteiro, Agricultor, Professor, Engenheiro, Empresário, Artista... São tantas as opções, tantos clamores de tantos lados diferentes que se fica meio "perdido", mesmo, particularmente se tomarmos em conta a tenra idade em que se tem de decidir a profissão para o resto da vida! Às vezes demoramos bastante até que encontremos nossa verdadeira vocação. A maioria das pessoas, segundo recente pesquisa da OIT (Organização Internacional do Trabalho), realiza tarefas que não têm absolutamente nada a ver com suas pulsões internas, particularmente no terceiro mundo, onde a questão monetária se impõe como um pesadelo do qual não se consegue despertar.
Há tempos ouvi de uma jovenzinha aí com seus 17 anos a seguinte assertiva: "Estou concluindo o cursinho pré-vestibular. ADORARIA ser psicóloga, mas o campo não está bom neste setor, de maneira que vou cursar administração de empresas. Depois realizo o meu sonho". Este adiamento sistemático dos sonhos tornou-se a tônica geral destes tempos de crise interminável que vivemos. Não se pode, claro, abstrair pura e simplesmente a questão pecuniária. O Capital, antigo vampiro sugador de sangue humano, tem suas exigências e há que cumpri-las, goste-se disso ou não!
E a vocação, como é que fica?
A moça do exemplo acima, é hoje próspera em sua função, casada e, quando questionada sobre o antigo sonho diz: "Ah... Aquilo era coisa de adolescente, na vida real os sonhos não se realizam..."
Ao término do segundo grau, o jovem já sabe quais são os anseios de seus pais quanto à carreira profissional que ele deve seguir - já ouvi de alguns brincalhões coisas como "a vocação de meu pai é que eu seja agrônomo" ou o que o valha - quais os anseios de seus amigos e até mesmo tem ouvido o aconselhamento de professores. Caso se esforce um pouco descobre ainda o que é que o Capital quer num dado momento: hoje medicina "dá mais dinheiro", ou informática, ou engenharia. Mas e as pulsões internas, os anseios íntimos, como descobrir precisamente o que desejo mesmo e como chegar lá?
Deve-se ter em mente que se tem, ao cabo da adolescência, pelo menos mais setenta anos pela frente e ninguém vai vivê-los no lugar do interessado. Cada jovem deve parar em momentos meditativos e fazer a si mesmo a pergunta básica: ONDE ESTÁ O CAMINHO DA MINHA BEM-AVENTURANÇA? O quê me faz feliz? Que atividade laborativa posso exercer com alegria? O que afinal me realiza como gente?
Descoberta a vocação íntima é agarrar-se a ela e, apesar de tudo e de todos, ou com sorte contando com algum apoio, mover céus e terras para fazer neste mundo o que veio fazer.
De que adianta ser um razoável administrador se tem tudo para ser um extraordinário psicólogo? Qual o valor de um diploma de medicina a ser entregue e demonstrado - com orgulho até - a quem tanto insistiu e trabalhou para que se seguisse aquela carreira se o coração mora na filosofia?
Siga a sua bem-aventurança, sempre. Eis o segredo do sucesso.
Texto de : Lázaro Curvêlo Chaves - 14 de abril de 2000
(http://www.culturabrasil.pro.br/vocacao.htm)
COMENTÁRIO:
Ao concluir o ensino médio, a maioria dos jovens passa pela mesma dificuldade o que na verdade é a decisão que cada um de nós vai tomar .
Qual faculdade devo fazer ? em que carreira devo investir ?
e nem sempre a melhor opção é fazer aquilo que nos gostamos, por que nem sempre o que gostamos irá nos completar financeiramente.
Acredito que saber conciliar o trabalho com o "gostar" é bem dificil mas é o certo a se fazer, trabalhar naquilo que não te faz sentir bem, faz de uma simples tarefa um grande sacrificio.
Ingrid n°17
"... que nos mantenhamos, sem qualquer reticência, às ordens da Transcendência, a única pátria do verdadeiro pensamento" - Louis Aragon
Ao término do segundo grau - fim do período "obrigatório" de estudos - o jovem se encontra numa encruzilhada, com uma miríade de caminhos possíveis à sua frente. E agora? Advogado, Policial, Médico, Poeta, Carpinteiro, Agricultor, Professor, Engenheiro, Empresário, Artista... São tantas as opções, tantos clamores de tantos lados diferentes que se fica meio "perdido", mesmo, particularmente se tomarmos em conta a tenra idade em que se tem de decidir a profissão para o resto da vida! Às vezes demoramos bastante até que encontremos nossa verdadeira vocação. A maioria das pessoas, segundo recente pesquisa da OIT (Organização Internacional do Trabalho), realiza tarefas que não têm absolutamente nada a ver com suas pulsões internas, particularmente no terceiro mundo, onde a questão monetária se impõe como um pesadelo do qual não se consegue despertar.
Há tempos ouvi de uma jovenzinha aí com seus 17 anos a seguinte assertiva: "Estou concluindo o cursinho pré-vestibular. ADORARIA ser psicóloga, mas o campo não está bom neste setor, de maneira que vou cursar administração de empresas. Depois realizo o meu sonho". Este adiamento sistemático dos sonhos tornou-se a tônica geral destes tempos de crise interminável que vivemos. Não se pode, claro, abstrair pura e simplesmente a questão pecuniária. O Capital, antigo vampiro sugador de sangue humano, tem suas exigências e há que cumpri-las, goste-se disso ou não!
E a vocação, como é que fica?
A moça do exemplo acima, é hoje próspera em sua função, casada e, quando questionada sobre o antigo sonho diz: "Ah... Aquilo era coisa de adolescente, na vida real os sonhos não se realizam..."
Ao término do segundo grau, o jovem já sabe quais são os anseios de seus pais quanto à carreira profissional que ele deve seguir - já ouvi de alguns brincalhões coisas como "a vocação de meu pai é que eu seja agrônomo" ou o que o valha - quais os anseios de seus amigos e até mesmo tem ouvido o aconselhamento de professores. Caso se esforce um pouco descobre ainda o que é que o Capital quer num dado momento: hoje medicina "dá mais dinheiro", ou informática, ou engenharia. Mas e as pulsões internas, os anseios íntimos, como descobrir precisamente o que desejo mesmo e como chegar lá?
Deve-se ter em mente que se tem, ao cabo da adolescência, pelo menos mais setenta anos pela frente e ninguém vai vivê-los no lugar do interessado. Cada jovem deve parar em momentos meditativos e fazer a si mesmo a pergunta básica: ONDE ESTÁ O CAMINHO DA MINHA BEM-AVENTURANÇA? O quê me faz feliz? Que atividade laborativa posso exercer com alegria? O que afinal me realiza como gente?
Descoberta a vocação íntima é agarrar-se a ela e, apesar de tudo e de todos, ou com sorte contando com algum apoio, mover céus e terras para fazer neste mundo o que veio fazer.
De que adianta ser um razoável administrador se tem tudo para ser um extraordinário psicólogo? Qual o valor de um diploma de medicina a ser entregue e demonstrado - com orgulho até - a quem tanto insistiu e trabalhou para que se seguisse aquela carreira se o coração mora na filosofia?
Siga a sua bem-aventurança, sempre. Eis o segredo do sucesso.
Texto de : Lázaro Curvêlo Chaves - 14 de abril de 2000
(http://www.culturabrasil.pro.br/vocacao.htm)
COMENTÁRIO:
Ao concluir o ensino médio, a maioria dos jovens passa pela mesma dificuldade o que na verdade é a decisão que cada um de nós vai tomar .
Qual faculdade devo fazer ? em que carreira devo investir ?
e nem sempre a melhor opção é fazer aquilo que nos gostamos, por que nem sempre o que gostamos irá nos completar financeiramente.
Acredito que saber conciliar o trabalho com o "gostar" é bem dificil mas é o certo a se fazer, trabalhar naquilo que não te faz sentir bem, faz de uma simples tarefa um grande sacrificio.
Ingrid n°17
Eleições em África: O Bom, o Mau e o Feio.
Vão realizar-se esta semana eleições no Togo. Essas eleições são as primeiras de uma série de votações previstas para este ano em países da África subsaariana.
A Voz da América contactou diversos peritos sobre questões africanas para analisarem estas eleições.
Chris Hennemeyer disse que essas eleições deste ano serão diferentes umas das outras.
As eleições podem ser divididas em boas, más e feias. Penso que em países como a costa do marfim as eleições serão muito más enquanto no Sudão, Etiópia e Ruanda teremos votações contenciosas, disse Hennemeyer
Hennemeyer disse que na sua opinião as eleições legislativas e presidenciais na Tanzânia previstas para Outubro serão boas e que a votação será calma no Burkina Faso onde haverá eleições em, finais de Novembro. Acrescente no entanto que muitas outras eleições são difíceis de prever.
Almani Cyllah, director regional para África da fundação internacional para sistemas eleitorais disse que considera ser um progresso o facto de ser difícil fazer previsões sobre as eleições.
"Quer sejam boas ou más o facto é que pelo menos estamos a ver os povos a decidirem quem querem que sejam os seus líderes enquanto no passado todos sabiam quem eram os líderes, todos sabiam quem seriam os vencedores.," diss ele.
"Agora há eleições e embora possamos ter um senso sobre quem vai ganhar consideramos as eleições de competitivas", acrescentou
Um dos problemas em eleições em África tem sido a questão das listas de eleitores. Chris Hennemeyer diz que a situação na Costa do marfim é o melhor exemplo disso.
"Na costa do marfim há uma população enorme de pessoas com raízes noutros países da região, particularmente no Burkina Faso e no Mali e não se sabe o que fazer para incluir essas pessoas no processo político," disse.
"Por isso o registo dos eleitores tendo a excluir pessoas que não têm meios para demonstrar que são verdadeiros marfinenses. Por outro lado o presidente Laurent Gbagbo não tem a intenção de abandonar o poder e tem usado todos os meios à sua disposição para se agarrar ao poder", acrescentou
Embora eleições em África possam levar a divisões dentro de certas sociedades como acontece na Costa do Marfim, o professor Leonard Wantchekon disse que eleições livres e justas são o melhor meio para se garantir a unidade a longo prazo.
"Mesmo que diferenças étnicas surjam como resultado das eleições pode se argumentar que eleições são o melhor meio para se resolver essas diferenças", disse o professor.
" Nós temos a tendência de esquecer que a democracia não é só uma questão de valores como a liberdade mas é também um mecanismo prático para a resolução de conflitos", acrescentou
Há eleições previstas para a este ano na Guiné- Conackry, Republica Centro Africana e Madagáscar que poderão ser adiadas. Todos estes países passam por uma fase conturbada na sequência de golpes de estado. Na semana passada por exemplo rebeldes e dirigentes da oposição na Republica centro africana disseram não haver condições para as eleições marcadas para o próximo dia 25 de Abril.
Mas o analista Chris Hennemeyer diz que na sua opinião essas eleições deveriam realizar-se.
"Se esperarmos para condições propícias para a realização de eleições então em muitos países africanos teremos que esperar durante décadas", disse ele.
No Burundi a situação é diferente. Dezenas de partidos estão a preparar-se para eleições marcadas para se iniciarem em Maio e que se vão prolongar até Julho.
Almani Cyllah da fundação internacional para sistemas eleitorais disse estar encorajado com o entusiasmo eleitoral nesse país.
"O Burundi é um bom exemplo do que nós pensamos será uma eleição muito competitiva" disse Cullah recordando que hoje em dia em África "raramente se vê agora 99 por cento de apoio para um candidato".
"Isso demonstra que os candidatos podem participar e estão a ter a capacidade de difundir a sua mensagem," acrescentou
Apesar dos desafios peritos eleitorais afirmam estar encorajados pela proliferação de meios de informação, organizações da sociedade civil e grupos de monitorização eleitoral no continente. Esses peritos afirmam que estes desenvolvimentos demonstram que a realização de eleições com sucesso não pode ser vista como o único barómetro do progresso democrático em África.
Brenda, n°4
A Voz da América contactou diversos peritos sobre questões africanas para analisarem estas eleições.
Chris Hennemeyer disse que essas eleições deste ano serão diferentes umas das outras.
As eleições podem ser divididas em boas, más e feias. Penso que em países como a costa do marfim as eleições serão muito más enquanto no Sudão, Etiópia e Ruanda teremos votações contenciosas, disse Hennemeyer
Hennemeyer disse que na sua opinião as eleições legislativas e presidenciais na Tanzânia previstas para Outubro serão boas e que a votação será calma no Burkina Faso onde haverá eleições em, finais de Novembro. Acrescente no entanto que muitas outras eleições são difíceis de prever.
Almani Cyllah, director regional para África da fundação internacional para sistemas eleitorais disse que considera ser um progresso o facto de ser difícil fazer previsões sobre as eleições.
"Quer sejam boas ou más o facto é que pelo menos estamos a ver os povos a decidirem quem querem que sejam os seus líderes enquanto no passado todos sabiam quem eram os líderes, todos sabiam quem seriam os vencedores.," diss ele.
"Agora há eleições e embora possamos ter um senso sobre quem vai ganhar consideramos as eleições de competitivas", acrescentou
Um dos problemas em eleições em África tem sido a questão das listas de eleitores. Chris Hennemeyer diz que a situação na Costa do marfim é o melhor exemplo disso.
"Na costa do marfim há uma população enorme de pessoas com raízes noutros países da região, particularmente no Burkina Faso e no Mali e não se sabe o que fazer para incluir essas pessoas no processo político," disse.
"Por isso o registo dos eleitores tendo a excluir pessoas que não têm meios para demonstrar que são verdadeiros marfinenses. Por outro lado o presidente Laurent Gbagbo não tem a intenção de abandonar o poder e tem usado todos os meios à sua disposição para se agarrar ao poder", acrescentou
Embora eleições em África possam levar a divisões dentro de certas sociedades como acontece na Costa do Marfim, o professor Leonard Wantchekon disse que eleições livres e justas são o melhor meio para se garantir a unidade a longo prazo.
"Mesmo que diferenças étnicas surjam como resultado das eleições pode se argumentar que eleições são o melhor meio para se resolver essas diferenças", disse o professor.
" Nós temos a tendência de esquecer que a democracia não é só uma questão de valores como a liberdade mas é também um mecanismo prático para a resolução de conflitos", acrescentou
Há eleições previstas para a este ano na Guiné- Conackry, Republica Centro Africana e Madagáscar que poderão ser adiadas. Todos estes países passam por uma fase conturbada na sequência de golpes de estado. Na semana passada por exemplo rebeldes e dirigentes da oposição na Republica centro africana disseram não haver condições para as eleições marcadas para o próximo dia 25 de Abril.
Mas o analista Chris Hennemeyer diz que na sua opinião essas eleições deveriam realizar-se.
"Se esperarmos para condições propícias para a realização de eleições então em muitos países africanos teremos que esperar durante décadas", disse ele.
No Burundi a situação é diferente. Dezenas de partidos estão a preparar-se para eleições marcadas para se iniciarem em Maio e que se vão prolongar até Julho.
Almani Cyllah da fundação internacional para sistemas eleitorais disse estar encorajado com o entusiasmo eleitoral nesse país.
"O Burundi é um bom exemplo do que nós pensamos será uma eleição muito competitiva" disse Cullah recordando que hoje em dia em África "raramente se vê agora 99 por cento de apoio para um candidato".
"Isso demonstra que os candidatos podem participar e estão a ter a capacidade de difundir a sua mensagem," acrescentou
Apesar dos desafios peritos eleitorais afirmam estar encorajados pela proliferação de meios de informação, organizações da sociedade civil e grupos de monitorização eleitoral no continente. Esses peritos afirmam que estes desenvolvimentos demonstram que a realização de eleições com sucesso não pode ser vista como o único barómetro do progresso democrático em África.
Brenda, n°4
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Caso Enem .'
Passar no Enem sonho de muitos e conquista de poucos já que a prova exigi muito esforço do estudante, não que seja algo impossível de se conseguir mas todos sabem que não é fácil. Até parece que essa prova é um desafio para todos do qual os que elaboraram duvidam da capacidade dos estudantes do nosso país.
Já aqueles que não conseguem passar em nenhuma Universidade pública sofrem as conseqüências de não poder fazer uma faculdade já que a situação não é fácil para a maioria dos estudantes, e muitos daquele que tem condições financeiras de cursar uma boa faculdade optam por não cursar.
E pra aqueles que já se inscreveram no Enem ainda sofreram fraude de suas informações que vazaram pela internet e se tornaram públicas através do site do Enem, dessa forma correndo o risco de que as informações pessoais do aluno fossem usadas para criação de empresasfantasma, obtenção de crédito e falsificação de identidades.
A presidente da Comissão de Direito e Tecnologia da Informação da OAB-RJ, Ana Amélia Menna Barreto, afirmou a insegurança que a internet nos expõe ,e também afirmou que “Esses dados eram sigilosos. O Ministério da Educação tinha a responsabilidade de evitar que chegassem ao conhecimento público. O vazamento dessas informações cria uma base de dados de CPFs e RGs válidos que identificam os alunos.”.
No caso desse fraude a melhor opção seria ir até uma delegacia e registrar um boletim de ocorrência referente a esse vazamento .
Ingrid, n°17
Já aqueles que não conseguem passar em nenhuma Universidade pública sofrem as conseqüências de não poder fazer uma faculdade já que a situação não é fácil para a maioria dos estudantes, e muitos daquele que tem condições financeiras de cursar uma boa faculdade optam por não cursar.
E pra aqueles que já se inscreveram no Enem ainda sofreram fraude de suas informações que vazaram pela internet e se tornaram públicas através do site do Enem, dessa forma correndo o risco de que as informações pessoais do aluno fossem usadas para criação de empresasfantasma, obtenção de crédito e falsificação de identidades.
A presidente da Comissão de Direito e Tecnologia da Informação da OAB-RJ, Ana Amélia Menna Barreto, afirmou a insegurança que a internet nos expõe ,e também afirmou que “Esses dados eram sigilosos. O Ministério da Educação tinha a responsabilidade de evitar que chegassem ao conhecimento público. O vazamento dessas informações cria uma base de dados de CPFs e RGs válidos que identificam os alunos.”.
No caso desse fraude a melhor opção seria ir até uma delegacia e registrar um boletim de ocorrência referente a esse vazamento .
Ingrid, n°17
Risco de fraude para 12 milhões de estudantes.
Juristas aconselham candidatos que tiveram dados expostos em página do MEC a se prevenirem contra uso indevido do nome e CPF
Rio - Os estudantes que tiveram nome, RG e CPF divulgados no site do Enem devem procurar a polícia e a Justiça para se precaver contra estelionatários. Esse é o conselho de especialistas para os 11,75 milhões de alunos inscritos nos exames de 2007, 2008 e 2009 que foram afetados por falha no banco de dados do Instituto Nacional de Educação e Pesquisa (Inep), do Ministério da Educação (MEC), e cujos dados foram disponibilizados no site da instituição.
Segundo o advogado criminalista Alexandre Moura Dumans, as informações pessoais dos alunos podem ser utilizadas para criação de empresasfantasma, obtenção de crédito e falsificação de identidades. Por isso, o estudante cujos dados foram expostos deve guardar documentos que comprovem a inscrição no Enem e tomar algumas medidas preventivas (veja ao lado).
A presidente da Comissão de Direito e Tecnologia da Informação da OAB-RJ, Ana Amélia Menna Barreto, afirma que o incidente mostra a insegurança oferecida na Internet. “Esses dados eram sigilosos. O Ministério da Educação tinha a responsabilidade de evitar que chegassem ao conhecimento público. O vazamento dessas informações cria uma base de dados de CPFs e RGs válidos que identificam os alunos,” salienta, alertando para uma série de fraudes possíveis caso um criminoso se aposse dessas informações.
Divulgar dados sigilosos aos quais se têm acesso por conta de cargo público ou facilitar essa divulgação é crime. E o responsável pode ser punido com reclusão de seis meses a dois anos.
Sem responsáveis até agora
Segundo Ana Amélia, embora decreto do governo federal de 2000 tenha criado a Política Nacional da Informação — que assegura a inviolabilidade de dados pessoais e a proteção de assuntos que mereçam atenção especial, como as inscrições do Enem —, não há uma única pessoa, no governo, que possa ser responsabilizada pela segurança dos dados transmitidos na Internet. “O MEC não pode ser responsabilizado criminalmente até que as investigações estejam concluídas”, afirmou.
Para a especialista, o vazamento de dados demonstra a fragilidade da Política Nacional da Informação. “Quem deveria responder à população pelo caso é a Secretaria Executiva do Conselho de Defesa Nacional e o Comitê Gestor de Segurança da Informação”, disse.
Dicas para se precaver contra futuros golpes
O aluno pode pedir na Justiça, com ajuda de advogado ou defensor, um habeas data para ter laudo do MEC confirmando o vazamento. Com o documento, os estudantes podem alegar, se forem vítimas de golpe, que os dados foram acessados ilegalmente no site do Inep.
Os estudantes também podem entrar com processo cível contra o MEC, alegando facilitação de perdas e danos. Para isso, precisam do comprovante de inscrição nos exames dos anos de 2007, 2008 ou 2009.
Outra dica é ir a qualquer delegacia e registrar boletim de ocorrência informando que os dados foram divulgados na Internet.
COMENTÁRIO:
Agora eu um dos inscrito para prestar a prova, me pergunto se meus dados pessoais e familiares não estão sendo usados por qualquer um. Se é ou não culpa do governo isso pouco importa. Como está exposto na reportagem, ficamos vulneráveis ao crime pela internet, e agora o que devemos fazer? Cada ano que se passa o enem tem mais um episodio de catástrofe maior. Se a culpa não é da comissão organizado, de quem será?
O Enem é uma forma de demostrar o grau de aprendizado do candidato, que ajudara a engrenar em uma formação profissional; e segundo o Próprio Ministério da Educação o objetivo era facilitar o cadastro, o mínimo era ter um site com uma segurança melhor.
Murilo, n°30
Rio - Os estudantes que tiveram nome, RG e CPF divulgados no site do Enem devem procurar a polícia e a Justiça para se precaver contra estelionatários. Esse é o conselho de especialistas para os 11,75 milhões de alunos inscritos nos exames de 2007, 2008 e 2009 que foram afetados por falha no banco de dados do Instituto Nacional de Educação e Pesquisa (Inep), do Ministério da Educação (MEC), e cujos dados foram disponibilizados no site da instituição.
Segundo o advogado criminalista Alexandre Moura Dumans, as informações pessoais dos alunos podem ser utilizadas para criação de empresasfantasma, obtenção de crédito e falsificação de identidades. Por isso, o estudante cujos dados foram expostos deve guardar documentos que comprovem a inscrição no Enem e tomar algumas medidas preventivas (veja ao lado).
A presidente da Comissão de Direito e Tecnologia da Informação da OAB-RJ, Ana Amélia Menna Barreto, afirma que o incidente mostra a insegurança oferecida na Internet. “Esses dados eram sigilosos. O Ministério da Educação tinha a responsabilidade de evitar que chegassem ao conhecimento público. O vazamento dessas informações cria uma base de dados de CPFs e RGs válidos que identificam os alunos,” salienta, alertando para uma série de fraudes possíveis caso um criminoso se aposse dessas informações.
Divulgar dados sigilosos aos quais se têm acesso por conta de cargo público ou facilitar essa divulgação é crime. E o responsável pode ser punido com reclusão de seis meses a dois anos.
Sem responsáveis até agora
Segundo Ana Amélia, embora decreto do governo federal de 2000 tenha criado a Política Nacional da Informação — que assegura a inviolabilidade de dados pessoais e a proteção de assuntos que mereçam atenção especial, como as inscrições do Enem —, não há uma única pessoa, no governo, que possa ser responsabilizada pela segurança dos dados transmitidos na Internet. “O MEC não pode ser responsabilizado criminalmente até que as investigações estejam concluídas”, afirmou.
Para a especialista, o vazamento de dados demonstra a fragilidade da Política Nacional da Informação. “Quem deveria responder à população pelo caso é a Secretaria Executiva do Conselho de Defesa Nacional e o Comitê Gestor de Segurança da Informação”, disse.
Dicas para se precaver contra futuros golpes
O aluno pode pedir na Justiça, com ajuda de advogado ou defensor, um habeas data para ter laudo do MEC confirmando o vazamento. Com o documento, os estudantes podem alegar, se forem vítimas de golpe, que os dados foram acessados ilegalmente no site do Inep.
Os estudantes também podem entrar com processo cível contra o MEC, alegando facilitação de perdas e danos. Para isso, precisam do comprovante de inscrição nos exames dos anos de 2007, 2008 ou 2009.
Outra dica é ir a qualquer delegacia e registrar boletim de ocorrência informando que os dados foram divulgados na Internet.
COMENTÁRIO:
Agora eu um dos inscrito para prestar a prova, me pergunto se meus dados pessoais e familiares não estão sendo usados por qualquer um. Se é ou não culpa do governo isso pouco importa. Como está exposto na reportagem, ficamos vulneráveis ao crime pela internet, e agora o que devemos fazer? Cada ano que se passa o enem tem mais um episodio de catástrofe maior. Se a culpa não é da comissão organizado, de quem será?
O Enem é uma forma de demostrar o grau de aprendizado do candidato, que ajudara a engrenar em uma formação profissional; e segundo o Próprio Ministério da Educação o objetivo era facilitar o cadastro, o mínimo era ter um site com uma segurança melhor.
Murilo, n°30
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Será que o Brasil está preparado
O nosso país está para entrar em uma nova era, as eleições para a Presidência serão em outubro deste ano e as dúvidas ainda são incessantes principalmente para os jovens que vão exercer seus direitos como cidadãos pela primeira vez.
A política brasileira vem mostrando para a sociedade uma imagem de péssimas condutas, falta de consideração para com a população e total despreparo para apresentar soluções aos problemas sociais dos quais enfrentamos. Porém não devemos apontar somente os problemas e sim reconhecer as poucas providencias tomada que surtiram algum efeito e proporcionaram algumas melhorias.
As faltas de transparência das ações políticas brasileiras fazem aumentar a falta de conhecimento com relação a cargos, funções e obrigações dos políticos e esse é um dos motivos pelo quais muitas pessoas anulam seus votos. Mas a juventude atual que possui cidadãos críticos, com princípios e valores e que vão atraz de conhecimento, quer trazer a tona todas as respostas possíveis e conscientizar a todos que o voto é a principal arma contra a violação dos nossos direitos. Grande parte da população ativa hoje lutou no movimento “Diretas já” para conseguir o direito de escolher seu governante porem o que é muito comum em tempos de eleição é as pessoas votarem sem ao menos saber o nome do seu candidato, se baseiam em promessas chulas e são subordinadas de maneira incrivelmente fácil.
Essa em minha opinião e a principal vergonha para o nosso país, e a sociedade convive com isto há anos e não tomou nenhuma atitude para exterminar esse problema, e mesmo vendo a situação em que o Brasil se encontra insistem em bater na mesma tecla. A dúvida que tenho e que anseio por uma resposta e a seguinte: tendo em vista o despreparo social, os problemas que o país enfrenta e a péssima imagem que temos do sistema brasileiro, será que só com uma mulher no comando é que veremos alguma diferença? Será que a força feminina e suficiente para suprir com as necessidades dos cidadãos brasileiros? Espero que a sociedade abra os olhos em quanto a tempo, para que, mas tarde não digamos que é o fim.
Jaines , n ° 19
A política brasileira vem mostrando para a sociedade uma imagem de péssimas condutas, falta de consideração para com a população e total despreparo para apresentar soluções aos problemas sociais dos quais enfrentamos. Porém não devemos apontar somente os problemas e sim reconhecer as poucas providencias tomada que surtiram algum efeito e proporcionaram algumas melhorias.
As faltas de transparência das ações políticas brasileiras fazem aumentar a falta de conhecimento com relação a cargos, funções e obrigações dos políticos e esse é um dos motivos pelo quais muitas pessoas anulam seus votos. Mas a juventude atual que possui cidadãos críticos, com princípios e valores e que vão atraz de conhecimento, quer trazer a tona todas as respostas possíveis e conscientizar a todos que o voto é a principal arma contra a violação dos nossos direitos. Grande parte da população ativa hoje lutou no movimento “Diretas já” para conseguir o direito de escolher seu governante porem o que é muito comum em tempos de eleição é as pessoas votarem sem ao menos saber o nome do seu candidato, se baseiam em promessas chulas e são subordinadas de maneira incrivelmente fácil.
Essa em minha opinião e a principal vergonha para o nosso país, e a sociedade convive com isto há anos e não tomou nenhuma atitude para exterminar esse problema, e mesmo vendo a situação em que o Brasil se encontra insistem em bater na mesma tecla. A dúvida que tenho e que anseio por uma resposta e a seguinte: tendo em vista o despreparo social, os problemas que o país enfrenta e a péssima imagem que temos do sistema brasileiro, será que só com uma mulher no comando é que veremos alguma diferença? Será que a força feminina e suficiente para suprir com as necessidades dos cidadãos brasileiros? Espero que a sociedade abra os olhos em quanto a tempo, para que, mas tarde não digamos que é o fim.
Jaines , n ° 19
terça-feira, 10 de agosto de 2010
.Conflitos.
Há décadas o continente africano é vítima de uma coincidência dramática: conflitos armados e pobreza. Como as guerras não estão presentes em todos os contextos de miséria, conclui-se que a pobreza nem sempre é capaz de causar conflitos violentos por si só. Apesar disso, deve ser observada como uma causa ela contribui de maneira decisiva para que as guerras aconteçam.
Grupos insurgentes costumam alegar que querem substituir um determinado governo para que, com o poder em mãos, possam defender segmentos marginalizados da sociedade em regimes não democráticos. Afirmam que a idéia é conferir-lhes expressividade política e promover seus interesses sociais e econômicos, a fim de reverter injustiças. Essa motivação costuma atrair amplo apoio popular à iniciativa de travar uma guerra civil.
No decorrer de vários conflitos na África, porém, os combatentes empregaram táticas de guerra, como o recrutamento de crianças, a servidão sexual, as mutilações de civis, o deslocamento forçado e a limpeza étnica. Quando rebeldes voltam-se contra a própria população, torna-se evidente que há outros fatores envolvidos, além da luta contra a marginalização.
As causas fundamentais desses conflitos estão, em geral, relacionadas à fraqueza e à pouca ou nenhuma legitimidade dos governos. Uma cultura de violência e personalismo na política ainda marca os jovens Estados africanos, herdeiros do domínio colonial europeu. Essa fragilidade manifesta-se no caráter vulnerável a intervenções internacionais e na permissividade ao mercado informal, que possibilita a circulação de armas ilegais. Ao agir em nome de interesses privados, o Estado permite que outras forças políticas incluindo grupos armados preencham o vácuo do poder público.
É interessante notar que na África há um paradoxo entre a pobreza do povo e a riqueza da terra. Ao mesmo tempo em que o continente concentra os piores índices de desenvolvimento humano, também tem reservas de extraordinárias riquezas naturais, como petróleo, diamantes, ouro, cobre, cobalto e coltan (liga metálica usada na fabricação de componentes eletrônicos). Parte dessas riquezas foi drenada para financiar a violência contra as próprias populações africanas como, por exemplo, os diamantes de sangue de Angola, Congo e Serra Leoa. Outra parte enriqueceu grandes investidores estrangeiros, com as bênçãos de governos instáveis e corruptos.
Conflitos prolongados e de difícil solução, como é o caso dos países que compõem o Chifre da África, não só causaram mortes, mas também pioraram as condições de vida dos sobreviventes entre os quais imensas massas de refugiados. Dessa forma, percebe-se claramente a correlação entre miséria e conflitos armados: ao mesmo tempo em que a miséria consiste em uma causa profunda de guerras, também é intensificada pelas práticas de extrema violência, num ciclo vicioso dos mais cruéis.
Brenda, n°04
Grupos insurgentes costumam alegar que querem substituir um determinado governo para que, com o poder em mãos, possam defender segmentos marginalizados da sociedade em regimes não democráticos. Afirmam que a idéia é conferir-lhes expressividade política e promover seus interesses sociais e econômicos, a fim de reverter injustiças. Essa motivação costuma atrair amplo apoio popular à iniciativa de travar uma guerra civil.
No decorrer de vários conflitos na África, porém, os combatentes empregaram táticas de guerra, como o recrutamento de crianças, a servidão sexual, as mutilações de civis, o deslocamento forçado e a limpeza étnica. Quando rebeldes voltam-se contra a própria população, torna-se evidente que há outros fatores envolvidos, além da luta contra a marginalização.
As causas fundamentais desses conflitos estão, em geral, relacionadas à fraqueza e à pouca ou nenhuma legitimidade dos governos. Uma cultura de violência e personalismo na política ainda marca os jovens Estados africanos, herdeiros do domínio colonial europeu. Essa fragilidade manifesta-se no caráter vulnerável a intervenções internacionais e na permissividade ao mercado informal, que possibilita a circulação de armas ilegais. Ao agir em nome de interesses privados, o Estado permite que outras forças políticas incluindo grupos armados preencham o vácuo do poder público.
É interessante notar que na África há um paradoxo entre a pobreza do povo e a riqueza da terra. Ao mesmo tempo em que o continente concentra os piores índices de desenvolvimento humano, também tem reservas de extraordinárias riquezas naturais, como petróleo, diamantes, ouro, cobre, cobalto e coltan (liga metálica usada na fabricação de componentes eletrônicos). Parte dessas riquezas foi drenada para financiar a violência contra as próprias populações africanas como, por exemplo, os diamantes de sangue de Angola, Congo e Serra Leoa. Outra parte enriqueceu grandes investidores estrangeiros, com as bênçãos de governos instáveis e corruptos.
Conflitos prolongados e de difícil solução, como é o caso dos países que compõem o Chifre da África, não só causaram mortes, mas também pioraram as condições de vida dos sobreviventes entre os quais imensas massas de refugiados. Dessa forma, percebe-se claramente a correlação entre miséria e conflitos armados: ao mesmo tempo em que a miséria consiste em uma causa profunda de guerras, também é intensificada pelas práticas de extrema violência, num ciclo vicioso dos mais cruéis.
Brenda, n°04
sábado, 7 de agosto de 2010
Eleição.'
Ao chegar a época de eleição as pessoas começam a se questionar qual seria a melhor opção de voto para seu país. Muitos ainda preferem trocar seu direito de cidadão ou melhor seu direito de expor a sua opinião perante o voto por um pouco de dinheiro ou um tanto de mantimento.A necessidade faz com que não se existam muitas opções de escolha, já que trocar seu voto por um pouco de mantimento pode até ser vantajoso na hora do ato mas ao passar do tempo quando o corrupto que você favoreceu por uma troca já estar no poder, é onde sentimos na pele a dificuldade do dia-a-dia que não se altera por conseqüência de incompetentes no poder, os quais nós mesmos elegemos para que ele exercesse o cargo.
E logo após tantos atos impensáveis vêem conseqüências um tanto significantes na vida de cada brasileiro, ao colocar aquele que não tem capacidade no poder ocorre a mal administração do nosso país(que mesmo quando bem administrado, ainda tem bastante problemas), daí onde surge a fome, desemprego, enchentes e entre outro problemas a serem solucionados.
Ingrid, n°17
E logo após tantos atos impensáveis vêem conseqüências um tanto significantes na vida de cada brasileiro, ao colocar aquele que não tem capacidade no poder ocorre a mal administração do nosso país(que mesmo quando bem administrado, ainda tem bastante problemas), daí onde surge a fome, desemprego, enchentes e entre outro problemas a serem solucionados.
Ingrid, n°17
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